fanfic's

segunda-feira, 25 de novembro de 2013





Capítulo 3 - Capitulo dois


Durante o jantar os criados perguntavam para ele como foi à viagem e coisas do tipo, e ele contava todo empolgado.
-A apresentação então, nem me falem. Foi um enorme espetáculo – contava todo animado. Ele percebera que Lola era muito quieta – E você Lola, está gostando de ficar aqui?
-Uhum – respondeu sem muito animo, e dona Martha olhou para ela com o canto dos olhos.
E assim foi durante todo o jantar: ele fazia perguntas para ela, e ela respondia de maneira simples e direta. Acho que isso o deixou um pouco sem graça, até que parou de fazer perguntas.
-Me deem licença – disse Lola, se levantando da mesa – mas vou me deitar. O jantar estava ótimo.
Ela subiu as escadas e se trancou em seu quarto. Não queria ver ninguém, ela só queria sua vida antiga de volta. Ela estava pegando seu pijama quando ouviu alguém bater na porta.
-O que essa velha chata quer agora? – pensou.
Para sua surpresa, quando abriu a porta era o senhor Jackson.
-Está tudo bem? Foi algo que eu fiz ou...
-Não. Eu estou bem. – ela deu um sorriso meio torto, e se sentou em sua cama. – Desculpe sair de lá daquele jeito.
-Sem problemas. Acho que aqueles assuntos não estavam te interessando muito. Ah, eu tenho algo para você – ele estava o tempo todo com as mãos nas costas, e quando tirou entregou para ela seu querido livro: Peter Pan. – Já conversei com Martha, ela não vai mais te incomodar tanto.
-Muito obrigado Senhor Jackson – disse com um enorme sorriso no rosto.
-Por favor, me chame de Michael. Eu também sou um grande fã de Peter Pan. – ele se sentou do seu lado na cama – se importa se eu ficar um pouco aqui?
-Não, sem problemas. Então, desculpe perguntar, mas o senhor é professor do que?
-Dança. Estava em Los Angeles com um amigo meu que é professor de canto. Meus alunos estavam apresentando um musical.
-Você que dirigiu?
-Mais ou menos isso – ele disse rindo.
-Você deve ser bem talentoso não?
-Não é questão de talento. É algo que eu amo fazer, e faço de todo meu coração. Mas e você,  gosta de cantar ou dançar?
-Ah, bem... eu gosto sim. Mas não tenho jeito para isso.
-Duvido. Cante algo para mim, quero ver.
Ela só riu, é claro que ela não iria cantar para ele.
-Sabe, isso pode parecer bobagem, mas meu sonho é um dia ser famosa como Marilyn Monroe. Ela é minha maior inspiração.
-Jura? Eu ainda não a conheci, mas um dia também pretendo conhece-la. E vou te levar.
-Seria perfeito.
-Já tive uma ideia – Michael falava com toda empolgação do mundo – eu posso te ensinar a dançar e pedir para o meu amigo te ensinar a cantar, o que acha?
-O que? Está falando sério?
-Sim. Depois dessa viagem vou ficar uns meses sem dar aula, e você pode ser minha única aluna. Posso até arranjar um lugar para você se apresentar, não seria ótimo?
-Eu não sei.... eu sou muito tímida e...
-Tudo bem – ele passava a mão em seus cabelos – podemos treinar isso. É um sonho seu, e você tem que realiza-lo. O que me diz, topa?
Ela hesitou um pouco, mas depois de pensar concordou com a cabeça.
-Tudo bem, podemos começar as aulas amanhã, se não se importar. – ele olhou para seu relógio de pulso – e agora eu deixo você dormir.
Ela riu, e ele deu um beijo de boa noite em sua testa.
-Boa noite Lolita. Se importa se eu te chamar assim?
-Nem um pouco – ela disse com um sorriso tímido – eu até prefiro assim.
Ele sorriu e saiu daquele quarto. ‘’Lolita’’ ela repetia em sua mente. Seus pais que costumavam chama-la de Lolita.
No dia seguinte ela acordou cedo e se banhou, colocou um vestido básico e uma sapatilha e desceu para tomar café. Para sua surpresa só havia algumas cozinheiras e Michael sentados na mesa.
-Bom dia Lolita. Costuma acordar sempre esse horário?
-Aham. Adoro acordar com o cantar dos pássaros.
-Eu também – ele disse com um sorriso no rosto depois de ingerir seu suco.
Depois de comerem, ele disse para que eles fossem dar uma volta no quintal. Lola ainda não tinha ido lá fora, então achou uma boa ideia.  Era um dia ensolarado, o céu estava totalmente azul, sem nenhuma nuvem. Os pássaros voavam naquele lindo céu, o sol brilhava, e batia uma brisa deliciosa. Eles se sentaram debaixo de uma arvore, em frente a um lago. Aquela casa era realmente enorme.
-De onde você conhecia meu tio?
-Ah foi há muito tempo atrás, antes da guerra. Estudamos na mesma escola, frequentávamos a mesma faculdade. Fomos para a guerra juntos. E depois quando ela acabou foi difícil de manter contato, e quando falei com ele novamente... bem, você já sabe. Éramos muito amigos mesmo Lolita. Durante a guerra era um protegendo o outro. – ele deu um suspiro e passou a mão sobre seu rosto.
-A guerra tirou muitas coisas de você?
-Minha mulher – ele estava com um olhar vazio – ela foi pega pelos soldados alemães. Enfim, acho que você não entenderia, era uma criança quando tudo isso aconteceu e...
-Minha mãe também foi pega por eles. – ele olhou com uma expressão de pena para ela, enquanto seus olhos já ficavam marejados – e eles a mataram bem na minha frente. Eles também iriam me matar, mas resolveram poupar minha vida. Eu preferia que não fizessem isso.
-E quanto seu pai?
-Ele morreu em combate. Nem todos tiveram a mesma sorte que você e meu tio de sobreviverem.
-Eu sinto muito... eu realmente não sabia.
-Tudo bem. Só acho estranho falar sobre isso, nunca falei disso com ninguém, nem mesmo com meu tio. A guerra tirou muitas coisas de muitas pessoas... coisas insubstituíveis.
-Eu sei – ele enxugou as lágrimas de seu rosto – Lolita olhe para mim: eu sei que você deve estar com medo disso tudo, morar em um lugar onde você não conhece ninguém, você só deve querer sua vida antiga de volta. Mas eu prometo que irei recompensar tudo isso, eu farei você feliz aqui. Eu sei que nada disso vai ser igual sua vida antes, mas pode ser que você se surpreenda com o que ainda está por vir.
Ele a abraçou, e ela limpava suas lágrimas.
-Eu vou te fazer feliz. Eu prometo.
********************************************************************************************************

Capítulo 4 - Capítulo três


Semanas se passaram, e ambos começaram a ficar mais próximos um do outro. Cada dia que se passava, Lolita ia perdendo sua vergonha e se soltando mais. Digamos que para a época ela era uma garota bem ‘’solta’’.  Ela dizia que queria ser igual Marilyn Monroe, tanto no seu jeito como na aparência. ‘’Quando eu for igual à Marilyn, vários homens vão se apaixonar por mim, você vai ver’’ era o que ela dizia, e Michael só ria. Ele amava seu jeito de ser tão extrovertida, sonhadora.
O dia de ação de graças estava chegando. Michael quis preparar um jantar especial para Lolita, apenas os dois. Enquanto ela se banhava, ele preparava a mesa para o jantar. Estava tudo pronto, mas ela estava demorando a descer. Michael decidiu subir para chama-la. A porta de seu quarto estava aberta, logo ele achou que podia entrar. Ao entrar se deparou com Lolita saindo do banheiro, de roupa intima. Ele ficou paralisado observando cada detalhe de seu corpo, ela tinha uma silhueta perfeita, curvas muito bem desenhadas... tinha um corpo bem evoluído para uma garota de apenas 16 anos.
-Michael – ela o chamou, e ele acordou de seu transe, todo envergonhado.
-Desculpe, eu não sabia que você... – ele estava saindo do quarto – o jantar está servido. Me perdoe.
-Ei, tudo bem. – ela segurou em seu braço, o impedindo de sair. Ela o puxou para perto de seu corpo.- Eu precisava mesmo de você aqui.
Ela pegou seu vestido que estava em sua cama, e o vestia devagar. ‘’Se ela está tentando me provocar, está funcionando muito bem’’ pensou Michael.
-Pode me ajudar a fecha-lo?
Michael fez que sim com a cabeça. Enquanto o fechava ela pegou em suas mãos, e o fez passar por toda a extensão de suas costas. Ele pousou suas mãos em sua cintura, e se aproximou de seu pescoço, o beijando. Quando ele se deu conta que fora seduzido pela garota, se afastou dela, que o olhava com um olhar malicioso.
-É melhor descer logo. O jantar vai esfriar. –
Ele saiu daquele quarto todo envergonhado, enquanto Lolita terminava de se arrumar.
 ***
Ele já estava sentado na mesa, apenas esperando a garota. Quando ela chegou, seu coração bateu aceleradamente. Como se o que acabara de acontecer no quarto não bastasse, ela estava usando um batom vermelho sedutor, com um vestido que destacava suas curvas e um decote enorme. Ela se sentou a mesa e eles começaram a conversar normalmente, ela falava como se nada tivesse acontecido há minutos atrás. Michael se distraia em meio seus pensamentos, não parava de pensar no que acontecerá no quarto. Ele não parava de olhar aqueles belos lábios avermelhados, e para seus seios fartos. ‘’O que está pensando Michael?’’ pensava consigo mesmo, fingindo estar prestando atenção ao que ela dizia. ‘’Ela é só uma garota, e você é um homem. Pare de cair na dela, ela está tentando te provocar.’’
-Michael, está tudo bem? – ela se levantou e ficou de frente a ele – parece que está...
-Eu estou bem.
-Tem certeza?
Ela deu uma abaixada, e colocara suas mãos nas coxas de Michael e as massageava. Seus seios estavam bem à mostra da cara dele. Aquilo já estava o deixando louco.
-Tenho. – ele deu um sorriso torto.
Ela puxou sua cadeira para mais perto dele, e deu uma erguida em seu vestido. Michael pousou sua mão em suas coxas que estavam à mostra, e começou a massageá-las. Ela mordeu os lábios, pegou a mão dele e foi levando em direção a sua intimidade. Ele encostou vagarosamente, e por cima da calcinha da menina começou a massageá-la. Ele viu que ela estava satisfeita com aquilo, e começou a fazer aquilo cada vez mais rápido. Ela já estava arqueando seu pescoço, quando ele tirou sua calcinha e começou a masturba-la. Ela dava gemidas abafadas. Ela senta em seu colo dando pulinhos para excita-lo.
-Mais Michael – ela geme em seu ouvido, enquanto a mordia. – Me dê mais.
Sua calça já estava ficando apertada de tão excitado, e ele começou a brincar com seus clitóris. Suas gemidas ficavam mais intensas. Ela sentiu um arrepio no corpo todo, e por segundos ela ficara descontrolada, até que finalmente chegou a seu orgasmo. Ela saiu de seu colo e começou a desabotoar a calça de Michael, até que ele realmente se deu conta do que estava acontecendo. Ele se levantou depressa, e olhava indignado para a garota.
-Por que fez isso?
Ela deu uma risadinha, e se aproximou dele e sussurrou em seu ouvido.
-Eu disse que farei todos os homens se apaixonarem por mim. – ela alisou seu membro, que podia sentir que estava ereto. - Começando por você.
Ele segurou em suas mãos com força e depois saiu de lá bufando.
-Boa noite Lolita.
Ele foi para seu quarto, deixando-a  na sala de jantar sozinha. Ela não acreditava no que acabara de acontecer. Ele se deixou ser seduzido por uma garota, e ele gostou daquilo, e queria mais.

Notas Finais



Nenhum comentário:

Postar um comentário