Capítulo 5 - Capítulo quatro
Depois do ocorrido, Michael evitou ter tanta intimidade com ela, e eles nunca tocaram no assunto. Às vezes ela o provocava, mas logo ele mudava de assunto ou algo do tipo. Suas aulas de canto e dança começariam. Michael era dono de uma escola de artes – por isso era tão rico – e era lá que era teria suas aulas. Ela estava sendo muito bem privilegiada, porque só alunos com muito talento ou ricos estudavam lá. E até então, ela ainda não havia mostrado seus talentos. Ela teria aulas particulares todos os dias, com Michael e de canto com o amigo de Michael: o senhor Paul McCartney.
Era seu primeiro dia de aula, e nesse dia ela só teria aulas de canto. Michael a guiou até a sala, onde Paul estaria a esperando.
-Paul, está é Loli...Lola.
Paul estava diante um piano e parou de tocar para cumprimenta-lo. Logo a garota se sentira atraído por ele. Ele parecia ser alguns anos mais velho que Michael, mas era tão lindo e atraente como tal. Ele tinha cabelos castanhos claros, pele branca e olhos cor de mel, quase esverdeados.
-É um prazer conhece-la Lola – pelo sotaque ela percebeu que ele era britânico.
-Pode me chamar de Lolita.- ela deu um sorriso tímido para ele enquanto ele pegava em sua mão.
Michael foi embora e os deixou a sós. Paul pediu a ela que cantasse para ele, e assim que cantou ele ficou boquiaberto.
-Qual sua idade Lolita?
-Dezesseis anos.
-Você tem uma voz... maravilhosa e muito forte para sua idade. Você com essa voz vai longe. – ela ria toda envergonhada de seu comentário. - E você também é muito bonita.
Ela ficou vermelha com seu comentário. Depois ele começou a tocar no piano para ela cantar. Ela se sentou ao seu lado, e o fitava com os olhos. Ele tocava de uma maneira tão apaixonada, e tinha uma voz linda. Ela reparava em suas mãos tocando aquelas teclas, ele percebeu que ela não parava de observa-lo.
-Você toca divinamente bem – ele sorriu com seu comentário, e ela começou a passar a mão em seus cabelos – e você também é lindo, sabia?
A garota já estava tentando seduzi-lo também. Ela tentou fazer o mesmo que daquela noite, mas com Paul foi mais fácil. Ele colocou a mão em suas coxas e eles se beijaram, enquanto se beijavam ele as massageava. Ela sentou em seu colo para beija-lo, e logo ela pegou sua mão e colocou em sua intimidade.
-Eu não posso fazer isso.
-Vai dizer que não está afim Paul – ela se aproximou de seu ouvido e sussurrou – eu sei que você quer isso tanto quanto eu.
E ela tinha razão. É claro que ela queria. Ele tirou sua calcinha e jogou do outro lado daquela sala. Com dois dedos a masturbava, fazendo círculos, indo devagar, com pressa... ia variando a intensidade, e a garota variando suas gemidas, enquanto mordiscava sua orelha e dava leves arranhões em suas costas. Quando ele sentiu seus dedos molhados decidiu parar. Ela se ajoelhou e tirou sua calça, dando tapinhas em seu membro para provoca-lo. Ela tirou sua cueca e com a ponta dos dedos brincava com o membro de Paul. Ela viu que ele não aguentava mais aquilo e finalmente o masturbou. Quando ele chegou em seu clímax ela parou e voltou a sentar em seu colo. A garota pegou em seu membro e esfregava em sua intimidade, até que devagar, ele foi penetrando nela. Para deixa-la mais excitada, estimulava seus clitóris. Ela arqueava seu pescoço e se contorcia em seu colo. Quanto mais ela gritava por seu nome, com mais vontade ele fazia tudo aquilo e mais freneticamente. Eles chegaram sem seu ponto G e pararam, e fizeram novamente de pé, no chão, na mesa. Até que deu o horário de Michael ir busca-la.
-Como foi à aula? – perguntou Michael quando fora busca-la.
-Bem, digamos que foi bem... produtiva – disse Paul sorrindo para Lolita, e ela mordeu os lábios em resposta.
-Até a próxima Paul. – ela se despediu com ele dando um beijo em seu rosto, e apalpando seu membro – Podemos ter mais aulas como a de hoje não?
Notas Finais
link da roupa dela http://fiftieswedding.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/50s-style-women-at-train-stration.jpg é a do meio :)
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Capítulo 6 - Capítulo cinco
Lolita tinha aulas de canto três vezes por semana, e em todas suas aulas com Paul eles sempre transavam. Ela não havia só conquistado Paul, como também começou a ser desejada por todos os garotos daquela escola. Mas ela só tinha olhos para Paul, era só ele que era desejava. Michael percebeu que eles estavam ficando cada vez mais próximo, e sabia que estava rolando alguma coisa entre eles.
Era uma quarta-feira, e Lolita estava num salão de dança esperando Michael chegar. Quando ele chegou, se sentou em uma cadeira no centro daquele salão.
-Me mostre os passos que lhe ensinei semana passada, vamos ver se você aprendeu.
Ele colocou na vitrola um vinil de Fred Astaire, e ela começou a fazer os passos de sapateado do jeito que ele havia ensinado. Quando a música começou a se agitar, ela começou a dançar de um jeito que ele não havia lhe ensinado, e sim de seu jeito...ou melhor dizendo, do jeito de Marilyn. Michael não parar de reparar na forma que ela se mexia, cada curva de seu corpo. Ele se levantou e a segurou na cintura, e ambos começaram a dançar juntos. Ele a pegava no colo e a erguia, a rodava. Quando a música parou, ele pegou uma de suas pernas e segurou em suas coxas. Seus rostos se aproximavam, suas respirações estavam fadigadas. Quando seus lábios se aproximaram, Michael a beijou. Ele tinha um beijo romântico, e quente ao mesmo tempo. Ele a pegou no colo e a jogou contra uma parede, e seu beijo começou a ficar mais acelerado. Ele passava a mão em suas costas e ia descendo, até chegar à região de sua bunda. Ele começou a aperta-la com força. Ela começou a beijar seu cangote, e quando ela estava quase tirando sua camisa, ele se deu conta do que estava fazendo. Havia sido seduzido por ela de novo. Ele a colocou no chão e deu de costas para ela. Andava de um lado para o outro com as mãos sob a cabeça.
-Eu não acredito que fiz isso de novo. – ela deu uma risada um tanto quanto maliciosa. Ele olhou seriamente para ela, e logo ela parou de rir.- Só me diga o por que: por que está fazendo isso?
-Você não gostou?
-É claro que gostei, e é por isso que estou bravo. Você é só uma garota de 16 anos, e eu sou um homem. Um homem de 34 anos. Não posso fazer isso com você.
-Por que não? Eu e Paul fazemos isso sempre e...
-Vocês o que? – logo ela se calou. Ele se aproximou dela e olhou no fundo de seus olhos. – você e Paul transam?
Ela hesitou em falar. Mas logo acabou confessando.
-Sim. Sempre que eu tenho aula com ele.
Michael deu uma risada irônica.
-Eu não posso acreditar no que estou ouvindo.
-Bem, você pode não me querer. Mas há quem queira.
Ele lançou sobre ela um olhar um tanto quanto bravo.
-Deixa eu te dizer uma coisa Lolita: Paul é um cafajeste. Ele só sabe ficar com as mulheres para transar com ela, e depois as esquece. Ele é um verdadeiro quebrador de corações. Eu não quero que ele faça isso com você, ainda mais porque você é uma criança.
-EU NÃO SOU UMA CRIANÇA – ela disse quase gritando – pare de me tratar como tal. Eu estou crescendo, estou mudando, me descobrindo. E você querendo ou não, essa é a verdadeira Lolita.
-E quanto aquela garota tímida, que amava ler Peter Pan? O que aconteceu com ela? Eu sinto falta de quando você era daquele jeito, e não essa garota que pensa que é a própria Marilyn Monroe, e que fica querendo transar com homens mais velhos.
-Está tudo bem aqui? – eles foram interrompidos quando Paul chegou. – eu ouvi umas vozes um pouco altas e...
-Esta tudo bem. Nossa aula já acabou mesmo. – Lolita lançou um olhar de raiva para Michael.- Escute Michael, eu vou para casa de Paul e...
-Não, você não vai.
-Nós vamos fazer um treinamento a mais Michael.
-Um treinamento a mais? Pra quê? Pra ver se ela esta melhorando cada vez mais na cama? – Michael dizia de uma forma irônica.- Paul fique longe dela, está me ouvindo? Você não vai fazer com ela como fez com quase todas as mulheres dessa cidade.
-O que foi Michael, está com ciúmes? – Lolita se intrometeu. – Eu vou á casa dele, e você não vai me impedir. Não é meu pai para fazer isso.
Ela saiu daquele salão batendo os pés. Michael olhava com raiva para Paul, e ele só deu um sorriso torto, enquanto se aproximava de Michael.
-Parece que dessa vez eu vou ficar com a garota...de novo.
Era uma quarta-feira, e Lolita estava num salão de dança esperando Michael chegar. Quando ele chegou, se sentou em uma cadeira no centro daquele salão.
-Me mostre os passos que lhe ensinei semana passada, vamos ver se você aprendeu.
Ele colocou na vitrola um vinil de Fred Astaire, e ela começou a fazer os passos de sapateado do jeito que ele havia ensinado. Quando a música começou a se agitar, ela começou a dançar de um jeito que ele não havia lhe ensinado, e sim de seu jeito...ou melhor dizendo, do jeito de Marilyn. Michael não parar de reparar na forma que ela se mexia, cada curva de seu corpo. Ele se levantou e a segurou na cintura, e ambos começaram a dançar juntos. Ele a pegava no colo e a erguia, a rodava. Quando a música parou, ele pegou uma de suas pernas e segurou em suas coxas. Seus rostos se aproximavam, suas respirações estavam fadigadas. Quando seus lábios se aproximaram, Michael a beijou. Ele tinha um beijo romântico, e quente ao mesmo tempo. Ele a pegou no colo e a jogou contra uma parede, e seu beijo começou a ficar mais acelerado. Ele passava a mão em suas costas e ia descendo, até chegar à região de sua bunda. Ele começou a aperta-la com força. Ela começou a beijar seu cangote, e quando ela estava quase tirando sua camisa, ele se deu conta do que estava fazendo. Havia sido seduzido por ela de novo. Ele a colocou no chão e deu de costas para ela. Andava de um lado para o outro com as mãos sob a cabeça.
-Eu não acredito que fiz isso de novo. – ela deu uma risada um tanto quanto maliciosa. Ele olhou seriamente para ela, e logo ela parou de rir.- Só me diga o por que: por que está fazendo isso?
-Você não gostou?
-É claro que gostei, e é por isso que estou bravo. Você é só uma garota de 16 anos, e eu sou um homem. Um homem de 34 anos. Não posso fazer isso com você.
-Por que não? Eu e Paul fazemos isso sempre e...
-Vocês o que? – logo ela se calou. Ele se aproximou dela e olhou no fundo de seus olhos. – você e Paul transam?
Ela hesitou em falar. Mas logo acabou confessando.
-Sim. Sempre que eu tenho aula com ele.
Michael deu uma risada irônica.
-Eu não posso acreditar no que estou ouvindo.
-Bem, você pode não me querer. Mas há quem queira.
Ele lançou sobre ela um olhar um tanto quanto bravo.
-Deixa eu te dizer uma coisa Lolita: Paul é um cafajeste. Ele só sabe ficar com as mulheres para transar com ela, e depois as esquece. Ele é um verdadeiro quebrador de corações. Eu não quero que ele faça isso com você, ainda mais porque você é uma criança.
-EU NÃO SOU UMA CRIANÇA – ela disse quase gritando – pare de me tratar como tal. Eu estou crescendo, estou mudando, me descobrindo. E você querendo ou não, essa é a verdadeira Lolita.
-E quanto aquela garota tímida, que amava ler Peter Pan? O que aconteceu com ela? Eu sinto falta de quando você era daquele jeito, e não essa garota que pensa que é a própria Marilyn Monroe, e que fica querendo transar com homens mais velhos.
-Está tudo bem aqui? – eles foram interrompidos quando Paul chegou. – eu ouvi umas vozes um pouco altas e...
-Esta tudo bem. Nossa aula já acabou mesmo. – Lolita lançou um olhar de raiva para Michael.- Escute Michael, eu vou para casa de Paul e...
-Não, você não vai.
-Nós vamos fazer um treinamento a mais Michael.
-Um treinamento a mais? Pra quê? Pra ver se ela esta melhorando cada vez mais na cama? – Michael dizia de uma forma irônica.- Paul fique longe dela, está me ouvindo? Você não vai fazer com ela como fez com quase todas as mulheres dessa cidade.
-O que foi Michael, está com ciúmes? – Lolita se intrometeu. – Eu vou á casa dele, e você não vai me impedir. Não é meu pai para fazer isso.
Ela saiu daquele salão batendo os pés. Michael olhava com raiva para Paul, e ele só deu um sorriso torto, enquanto se aproximava de Michael.
-Parece que dessa vez eu vou ficar com a garota...de novo.

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