terça-feira, 26 de novembro de 2013
Médico de Michael Jackson diz que segurava o pênis do cantor todas as noites
O médico de Michael Jackson, Conrad Murray, era mesmo um médico muito próximo do Rei do pop. Condenado pela morte do rei do pop, ele fez uma declaração contando detalhes íntimos dos cuidados com o cantor.
São rotinas, até muitas delas, consideradas normais para quem é médico, mas contadas desta forma para o jornalThe Daily Mail fica tudo muito bizarro. A intenção de Conrad era dizer o quanto ele era íntimo de Michael.
“Vocês querem saber quão próximos nós éramos? Eu segurei o pênis dele todas as noites para introduzir um cateter devido a sua incontinência noturna”.
Murray ainda disse que Michael usava calças escuras, pois “depois de ir ao banheiro, ele escorria por horas”. O médico declarou também que Michael não sabia como usar as camisinhas do cateter.
“Michael não sabia como pôr as camisinhas, então eu tinha que colocar por ele”.
Na entrevista, Murray ainda falou que não matou o cantor e acredita que Michael Jackson era viciado em drogas e tenha se matado.
“Eu acredito que ele acordou, pegou seu próprio estoque de ‘Propofol’ e injetou em si mesmo. Ele fez isso muito rápido e entrou em parada cardíaca”.
Murray aumentou a polêmica e sugeriu que Michael não era o pai biológico de nenhum dos seus três filhos. “Michael me disse que nunca dormiu com Debbie Rowe”, contou o médico. Debbie é a mãe de Prince e Paris Jackson, filhos mais velhos do cantor.
A bizarrice continua. Murray deu a entender que Michael de alguma forma sabia que morreria aos seus cuidados. O médico afirmou que o cantor uma vez olhou para ele e disse “Você sabe que pelo resto das nossas vidas, nossos nomes ficarão inseparáveis”. “Eu sou clarividente”, teria dito o rei do pop sorrindo.
BI-ZAR-RO!
MINHA OPINIÃO:
pode ate ser verdade,mas,pra que falar isso do nosso rei?!
Últimos capítulos !
Capítulo 9 - Capitulo oito
As luzes se apagaram quando ela subiu no palco. Logo a música começou a tocar, ela sabia que aquela era sua deixa para entrar. Assim que ela colocou seus pés nas escadas a primeira coisa que ela fez foi procurar Michael na platéia. E lá estava ele, na primeira fileira sorrindo para ela. E para sua surpresa, de seu lado estava a própria Marilyn. O nervosismo tomara conta de seu corpo, mas ela se lembrou do que Michael disse e não tirou os olhos dele. Nem Paul, nem a própria Marilyn tirariam sua atenção de Michael. Ela cantava e dançava, estava realmente se divertindo no palco. Quando ela menos percebeu havia vários homens a sua volta, com várias jóias para ela. Aquela era a deixa de que a musica havia acabado. Todos a aplaudiram. Marilyn ficou de pé para aplaudi-la, e logo aquele teatro todo estava a aplaudindo de pé.
***
-Estou tão orgulhoso de você Lolita – Michael a levantou do chão, a abraçando – mas eu acho que agora você vai querer seus minutinhos de fama não é?
Ela sorriu para Michael e o abraçou novamente.
-Obrigada Michael. Obrigada por tudo.
Vários fotógrafos estavam ao seu redor, queriam fotos da pequena Marilyn. De repente eles começaram a falar cada vez mais, e depois ela entendeu o motivo disso: Marilyn estava indo ao seu encontro para parabeniza-la. Ela não sabia o que fazer, seu coração batia forte cada vez que via ela se aproximando. Ela era ainda mais bonita pessoalmente. Sua beleza era algo surreal.
- E não é que você é a minha miniatura? – ela dava risada, tinha o sorriso mais lindo que Lolita já vira em toda sua vida – é um prazer te conhecer. E tenho que dizer que você é muito talentosa. Quando Paul me disse eu não acreditei muito, mas agora sei que ele estava dizendo realmente a verdade.
-Obrigada senhorita Monroe.
-Por favor, me chame só de Marilyn. Vamos sair daqui para conversar um pouco a sós, que tal?
Ela ascenou com a cabeça e concordou. A garota ainda não estava acreditando que tudo aquilo estivesse realmente acontecendo.
Elas foram até seu camarim para poderem conversar com paz.
-Sabe Lola, ouvi dizer que muitos homens virão atrás de você. Eles realmente amaram você cantando. Você realmente tem muito talento para uma garota de 16 anos.
-Obrigada – ele ficou corada com aquele comentário – não conseguiria tudo isso sem você, afinal você é minha inspiração.
-Ah, você realmente é uma fofa. Olha, quer um conselho para quando você ficar tão famosa quanto eu? Não deixe a fama subir a sua cabeça. Não vale a pena esquecer do que realmente importa. De nada vale ter toda a fama do mundo mas no final de tudo, ser uma pessoa sozinha.- Logo ela já percebeu do que ela estava falando.- Acho que você já percebeu do que eu estou falando, não é?
Ela fez que sim com a cabeça, e Marilyn sorriu para ela.
-Então o que está esperando? Vá contar para Michael o que você realmente sente por ele. Ele te ama demais Lola. E ele nem precisou me dizer nada. Bem, eu tenho que ir. Foi um prazer conversar com você.
Ela se levantou e foi andando até em direção à porta.
-Espera Marilyn, como você sabe disso tudo?
-Bem, digamos que eu tenho um jeito para perceber as coisas logo de cara. – ela sorriu e deixou Lolita sozinha naquele camarim, pensando o que ela diria a Michael.
-Ela está certa. - ela disse consigo mesma - mas primeiro, tenho coisas a serem resolvidas com Paul.
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Capítulo 10 - Capítulo nove
Depois que Marilyn se despediu de Michael, ele pegou Lolita eles foram embora. Ele disse para comemorarem jantando em algum lugar, mas a garota recusou, disse que só queria ir para casa descansar.
-Então, de quem você recebeu esse buque de flores? De algum fã ou admirador?
-Foi Paul quem me deu – ela disse com uma voz monótona. – Eu as deveria ter jogado fora.
Eles chegaram a casa e ela colocou aquele belo buque de tulipas num quanto qualquer da sala e subiu as escadas batendo os pés. Michael foi atrás dela, e a garota se encontrava em seu quarto.
-Qual o problema Lola?
-Nada, é que o Paul... - ela suspirou e jogou sua franja para trás – ah aquele homem realmente me tira do sério. Antes de irmos embora eu tinha coisas a serem resolvidas com ele, e ele simplesmente vem e me dá aquele maldito buque. Ele acha que é só me dar flores para que eu volte correndo e faça tudo que ele peça? Ele está muito errado...
-Como assim fazer tudo que ele pedir?
Ele a encarou seriamente, a garota sentou na beirada da cama e baixou a cabeça. Michael sentou-se ao seu lado e ergueu seu rosto com os dedos.
-Lolita, me conte.
-Ah, bem – ela pigarreou antes de começar a falar – eu devo admitir que McCartney não é o culpado de tudo isso. Afinal eu comecei provocando, e o seduzindo. Bem, você sabe que durante todas nossas aulas, bem nós sempre acabávamos... enfim, eu gostava disso, mas só na primeira semana. Depois já começou a perder a graça, eu queria outros homens. Mas ele não queria, queria que eu fosse só dele. Sua escrava sexual, era assim que ele passou a me chamar.
-Quer dizer então que ele te estuprava?
-Não exatamente. Eu só fazia sexo com ele à força. E hoje ele disse que não precisava mais de meus favores, e por isso me deu aquele buquê, como uma forma de desculpa. Eu me senti um lixo.
Michael a olhava com uma cara de pena, ele queria poder dizer um ‘’eu te avisei’’, mas isso não seria o adequado no momento. Ele apenas a abraçou.
-Sabe por que eu gosto de você Michael? Porque você está sempre me protegendo, cuidando de mim. E eu não fiz nada para merecer isso.
-Mas eu fiz uma promessa se esqueceu? Eu disse que cuidaria de você, e é isso que eu farei.
Eles se beijaram novamente, e conforme se beijavam Michael deitava a garota gentilmente na cama. Ele passava a mão por suas costas até chegar ao zíper de seu vestido, até que subitamente ele parou.
-Eu não sei se eu deveria, quero dizer, eu quero, mas isso é errado.
-Michael meu bem, você já esperou tempo demais. Você quer isso tanto quanto eu. – ela beijava seu pescoço – não existe o certo ou o errado. Apenas faça.
Michael chegou em seu zíper e foi abrindo-o, e em seguida tirou seu vestido. Ele também tirou suas luvas, e quando Lolita estava prestes a tirar suas joias Michael a impediu.
-Eu tenho um fetiche por mulheres na cama com joias.
Ele abriu um sorriso malicioso e ela acenou com a cabeça, e em seguida ela também tirou o terno que Michael usava. Logo ambos estavam nus deitados naquela cama. O corpo de Jackson estava sob o da garota. Ele queria estar dentro dela logo, mas sempre vinha em sua mente um sentimento de culpa. Mas culpa de quê? Era algo que ambos queriam, não havia nada de errado nisso.
-Eu entendo se você disser que não esta preparado.
Michael saiu de cima da garota e se sentou na beirada da cama. Ela foi atrás dele, e ficou beijando seu pescoço.
-Uma coisa que eu sempre admirei em você foi seu cavalheirismo.
-Não está brava comigo?
-E por que ficaria? Eu espero o tempo que for preciso Michael. Não vou seduzi-lo ou algo do tipo se você ainda não está pronto.
-É que eu não consigo deixar de te ver como uma garota, e eu me sentiria culpado se o fizesse. Obrigado por sua compreensão.
Ela sorriu para ele e voltou a encostar na cama. Ele foi até sua direção, e eles começaram a se beijar. E assim ficaram por um tempo, apenas dando uns amassos na cama, até a garota parar com seu corpo em cima ao de Michael. Ele acariciava seu rosto.
-Eu já até consigo imagina-la famosa. Você não?
-Eu sempre imaginei Michael. Mas de nada isso vai valer se você não estiver do meu lado. – ele sorriu ao ouvir essas palavras, e deu um beijo em sua testa.- E obrigada Michael por me fazer feliz.
-Eu é que lhe agradeço. Lolita você conseguiu me devolver uma felicidade que eu pensei que jamais reencontraria em uma mulher. Obrigado por me fazer um homem feliz de novo.
Ela encostou a cabeça em seu peito, e pode ouvir seu coração batendo.
-Eu já até posso imaginar – ele voltou a dizer – você será famosa, uma grande cantora, atriz de cinema.
-Se esqueceu de uma coisa – ela olhou no fundo de seus olhos castanhos escuros e sorriu – que serei sua garota. A sua pequena Lolita.
Capítulo 7 - Capítulo seis
Depois desse dia, Michael não parava de pensar nas palavras que ela disse sobre ela e Paul. Quer dizer, por mais que Paul fosse seu amigo, ele sabia que ele não valia a pena. Ele era o típico homem que parte corações de mulheres. Mas Lolita não era uma mulher, era só uma adolescente, uma criança. Ele estava realmente muito preocupado com ela, mas não sabia o motivo da preocupação. Ele também não parava de pensar naquele maldito jantar, no beijo deles.’’ Será que estou gostando dela? Bobagem Michael, você é um homem, e ela uma criança’’ ele pensava consigo mesmo.
Lolita evitava Michael na casa, durante suas aulas ela apenas dançava e depois ia embora, provavelmente ficar com Paul. Ela mesma já chegará a dizer a Michael que ambos estavam apaixonados. Até quando aquilo iria durar? Paul não gostava dela, e ela não o merecia, ela merecia alguém que a tratasse bem. ‘’Alguém como eu’’ pensava Michael.
O dia de sua apresentação se aproximava. Ela cantaria nada mais nada menos que um dos maiores sucessos de Marilyn: Diamonds Are A Girl's Best Friend. Um dia ela estava ensaiando seus últimos passos com Michael.
-Está perfeito Lolita – disse Michael assim que a musica parou – sinceramente, acho que não temos mais o que ensaiar. Chame Paul, vamos passar os passos e você cantando tudo junto, pode ser?
E assim ela o fez. Ambos professores a observavam cantando e dançando, e ficaram orgulhosos com o trabalho que haviam realizado na garota. Ela realmente tinha muito talento, e se sairia muito bem.
-Fantástico – Paul levantou e a aplaudiu – está até parecendo à própria Marilyn.
-E não é essa a intenção dela? – Michael disse em um tom um tanto quanto sarcástico.
-Francamente Michael, não comece.
-Não começar com o que Paul? A dizer a verdade?
-Ela só esta se apresentando para nós. Não seja tão duro com ela, deveria ficar orgulhoso.
-Do jeito que você fala até parece que você se preocupa com ela. Qual é Paul, todos nós sabemos o que você realmente quer dela. Só vai usa-la para satisfazer seus desejos de homem, e depois vai larga-la. Não vai passar de mais uma vadia que você ficou.
Paul franziu o cenho quando Michael terminou essa frase. Ambos olharam para o lado e lá estava Lolita, com os olhos cheio de lágrimas. Ela saiu daquela sala correndo.
-Belo trabalho Paul. – ele estava indo atrás dela, mas Michael o segurou pelo braço.
-Por que esta fazendo isso Paul? Fingindo que se preocupa com ela, ela está até chegando a pensar que você gosta dela.
-Tudo isso é ciúmes Michael? Ora isso não é necessário, até porque como você mesmo disse, logo eu irei larga-la. Ela só é mais uma na minha lista. Mas ela é ingênua demais para perceber isso. – ele deu um sorriso irônico e saiu daquela sala.
Michael foi embora para sua casa, e só à noite Lolita chegou. Ele estava sozinho na mesa jantando quando ela apareceu.
-Quem te trouxe até aqui?
-Quem você acha?
-Sente-se, sua comida vai esfriar.
-Estou sem fome.
Ela estava com uma cara muito séria. Michael se levantou e a abraçou.
-Me desculpe por tudo que eu disse hoje, eu não queria dizer aquilo. Talvez Paul tenha razão, talvez tudo isso seja só ciúmes.
-Ciúmes Michael? Ciúmes de que? Você nem sequer gosta de mim.
Ambos ficaram quietos, e Michael deu um suspiro.
-E como você tem certeza disso? E se eu dissesse que você pode estar errada?
Ela arregalou os olhos e se afastou dele, partindo o abraço.
-Quer dizer que você..gosta de mim? Não me acha uma vadia?
-Eu gosto da verdadeira Lolita. Não dessa garota que você esta tentando ser. Eu gosto daquela Lolita cheia de sonhos, extrovertida. E não dessa garota que você se tornou.
Ele deu um beijo em sua testa e saiu. Ela segurou em seu braço e o puxou para perto. Eles se aproximavam cada vez mais, até seus rostos estarem totalmente colados um no outro. Logo eles se beijaram. Não foi como o beijo que eles deram da outra vez, dessa vez podia sentir uma paixão vinda de ambos. Ela partiu o beijo com um sorriso.
-Quer saber de uma coisa Michael? – ela colocava a mão em sua nuca e a acariciava – eu fiz tudo isso para lhe causar ciúmes. Desde o inicio é de você que eu gosto, é você que eu quero.
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Capítulo 8 - Capítulo sete
Lolita e Michael voltaram a se falar normalmente. Cada dia que se passava Michael tinha certeza que gostava dela. É claro que ela ainda tentava seduzi-lo, mas ele evitava ter relação sexual com a garota. E com isso, infelizmente ela voltava para Paul. Ela gostava de Michael, mas era com Paul que ela sempre acabava transando. Chegou a um ponto que ele começou a obriga-la a isso.
***
O dia da apresentação finalmente chegou. Sua apresentação seria na famosa Broadway, em New York. O lugar estava cheio de gente, o que deixou um nervosismo tomar conta de Lolita.
-Respire fundo – Michael massageava os ombros da garota para acalma-la – vamos para seu camarim, você precisa se trocar.
-Eu já vou. Antes preciso procurar Paul para resolver umas coisas.
-Tudo bem, te espero lá.
Enquanto Michael ia para o camarim, viu nos corredores Paul com uma mulher. Ela dava risadinhas de qualquer coisa que ela dizia.
-Hey Paul, Lolita está te procurando.
-Diga para aquela pirralha esperar que estou ocupado.
Ele começou a beijar aquela mulher. Michael ficou furioso ao ver aquilo. Ele pegou na gola de Paul e o atacou contra a parede.
-Escuta aqui seu filho da puta, é melhor tomar cuidado com o que diz sobre ela. Ela não é seu brinquedinho sexual, está entendendo?
-Michael, está tudo bem aqui? – ambos olharam para o lado e Lolita estava lá, com uma cara um tanto quanto assustada – está tudo bem Michael, eu cuido disso. Pode nos dar um tempo a sós?
Ele concordou com a cabeça e entrou no camarim da garota.
-Então, essa é sua nova namorada? – Lolita fez um sinal com a cabeça apontando para a mulher que Paul havia beijado – será que ela não entendeu o que eu quis dizer com ‘’a sós?’’
-Não se preocupe querida, depois nós nos vemos. – ele beijou aquela mulher e ela saiu, olhando para Lolita dos pés a cabeça. Paul dava uma risada ironica – Viu o jeito que Michael a protege? Ele realmente acha que você sente algo por ele ou o que?
-E o que isso tem a ver com você McCartney?
-O que isso tem a ver comigo? – ele se aproximava dela e segurou em seu rosto com força – você é minha, se esqueceu?
-Até onde eu saiba eu não sou nenhum animal que tem dono. – ela tirou suas mãos de seu rosto – agora porque não vai procurar outra trouxa para você chamar de ‘’sua’’? Eu cansei.
Ela deu de ombros, e ouviu ele dando uma risada meio ironica.
-Outra trouxa? – ele tirou um charuto de seu terno e o ascendeu – como você? Eu nunca vou encontrar.
Uma raiva tomou conta de seu corpo. Ela ergueu a mão e deu um tapa na cara de Paul. Ele ficou indignado, olhava para ela incredulo.
-Eu posso ser uma vadia McCartney, mas trouxa eu não sou.
Ela deu de ombros e entrou no camarim.
***
-Está tudo bem? – Michael se aproximava dela.
-Sim – seus olhos estavam um pouco marejados. – É só que...
-Foi Paul?
-Tudo bem Michael. Você estava certo, sempre esteve. Pode jogar na minha cara e dizer ‘’eu te avisei’’.
-Eu nunca faria isso. Só é lamentável você não ter dado ouvidos ao que eu disse.
-Eu sei. Eu também me arrependo disso. – lágrimas rolavam de seus olhos, e Michael as enxugou. – Mas esqueça disso, me ajude a me arrumar, por favor?
Michael abriu um sorriso e concordou com a cabeça.
***
-Então, como estou?
Michael ficou boquiaberto quando a viu. Ela usava um vestido rosa idêntico o de Marilyn, na verdade ela realmente estava parecendo à própria Marilyn. Seus cabelos longos e louros estavam cacheados, seus olhos brilhavam como as jóias que ela usava.
-Fabulosa. – Michael foi até a penteadeira e pegou um lindo colar de jóias – Só falta isso.
Ele tirou seus cabelos para que pudesse colocar o colar em seu pescoço.
-Era da minha mulher. Ela amava esse colar. E fica lindo em você sabia? – ele colocou seus dedos em seu queixo – você me lembra muito ela Lolita.
Ela sorriu e o beijou. Eles foram interrompidos quando bateram na porta. Alguém entrou e disse que estava na hora de Lolita se apresentar.
-Michael eu estou com medo. E se tudo der errado?
-Não pense nisso jamas. Olhe para mim: vai dar tudo certo. Se você se sentir perdida ou nervosa lembre-se: não tire os olhos de mim, está certo? Finja que está se apresentando somente para mim. Esqueça-se de tudo e de todos, e apenas cante e dance, como se estivesse fazendo isso só para me alegrar está bem?- Ela concordou com a cabeça. Ele deu um beijo em sua testa e sussurrou em seu ouvido – você vai se sair muito bem. Eu te amo.
Notas Finais
Capítulo 5 - Capítulo quatro
Depois do ocorrido, Michael evitou ter tanta intimidade com ela, e eles nunca tocaram no assunto. Às vezes ela o provocava, mas logo ele mudava de assunto ou algo do tipo. Suas aulas de canto e dança começariam. Michael era dono de uma escola de artes – por isso era tão rico – e era lá que era teria suas aulas. Ela estava sendo muito bem privilegiada, porque só alunos com muito talento ou ricos estudavam lá. E até então, ela ainda não havia mostrado seus talentos. Ela teria aulas particulares todos os dias, com Michael e de canto com o amigo de Michael: o senhor Paul McCartney.
Era seu primeiro dia de aula, e nesse dia ela só teria aulas de canto. Michael a guiou até a sala, onde Paul estaria a esperando.
-Paul, está é Loli...Lola.
Paul estava diante um piano e parou de tocar para cumprimenta-lo. Logo a garota se sentira atraído por ele. Ele parecia ser alguns anos mais velho que Michael, mas era tão lindo e atraente como tal. Ele tinha cabelos castanhos claros, pele branca e olhos cor de mel, quase esverdeados.
-É um prazer conhece-la Lola – pelo sotaque ela percebeu que ele era britânico.
-Pode me chamar de Lolita.- ela deu um sorriso tímido para ele enquanto ele pegava em sua mão.
Michael foi embora e os deixou a sós. Paul pediu a ela que cantasse para ele, e assim que cantou ele ficou boquiaberto.
-Qual sua idade Lolita?
-Dezesseis anos.
-Você tem uma voz... maravilhosa e muito forte para sua idade. Você com essa voz vai longe. – ela ria toda envergonhada de seu comentário. - E você também é muito bonita.
Ela ficou vermelha com seu comentário. Depois ele começou a tocar no piano para ela cantar. Ela se sentou ao seu lado, e o fitava com os olhos. Ele tocava de uma maneira tão apaixonada, e tinha uma voz linda. Ela reparava em suas mãos tocando aquelas teclas, ele percebeu que ela não parava de observa-lo.
-Você toca divinamente bem – ele sorriu com seu comentário, e ela começou a passar a mão em seus cabelos – e você também é lindo, sabia?
A garota já estava tentando seduzi-lo também. Ela tentou fazer o mesmo que daquela noite, mas com Paul foi mais fácil. Ele colocou a mão em suas coxas e eles se beijaram, enquanto se beijavam ele as massageava. Ela sentou em seu colo para beija-lo, e logo ela pegou sua mão e colocou em sua intimidade.
-Eu não posso fazer isso.
-Vai dizer que não está afim Paul – ela se aproximou de seu ouvido e sussurrou – eu sei que você quer isso tanto quanto eu.
E ela tinha razão. É claro que ela queria. Ele tirou sua calcinha e jogou do outro lado daquela sala. Com dois dedos a masturbava, fazendo círculos, indo devagar, com pressa... ia variando a intensidade, e a garota variando suas gemidas, enquanto mordiscava sua orelha e dava leves arranhões em suas costas. Quando ele sentiu seus dedos molhados decidiu parar. Ela se ajoelhou e tirou sua calça, dando tapinhas em seu membro para provoca-lo. Ela tirou sua cueca e com a ponta dos dedos brincava com o membro de Paul. Ela viu que ele não aguentava mais aquilo e finalmente o masturbou. Quando ele chegou em seu clímax ela parou e voltou a sentar em seu colo. A garota pegou em seu membro e esfregava em sua intimidade, até que devagar, ele foi penetrando nela. Para deixa-la mais excitada, estimulava seus clitóris. Ela arqueava seu pescoço e se contorcia em seu colo. Quanto mais ela gritava por seu nome, com mais vontade ele fazia tudo aquilo e mais freneticamente. Eles chegaram sem seu ponto G e pararam, e fizeram novamente de pé, no chão, na mesa. Até que deu o horário de Michael ir busca-la.
-Como foi à aula? – perguntou Michael quando fora busca-la.
-Bem, digamos que foi bem... produtiva – disse Paul sorrindo para Lolita, e ela mordeu os lábios em resposta.
-Até a próxima Paul. – ela se despediu com ele dando um beijo em seu rosto, e apalpando seu membro – Podemos ter mais aulas como a de hoje não?
Notas Finais
link da roupa dela http://fiftieswedding.com/blog/wp-content/uploads/2011/08/50s-style-women-at-train-stration.jpg é a do meio :)
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Capítulo 6 - Capítulo cinco
Lolita tinha aulas de canto três vezes por semana, e em todas suas aulas com Paul eles sempre transavam. Ela não havia só conquistado Paul, como também começou a ser desejada por todos os garotos daquela escola. Mas ela só tinha olhos para Paul, era só ele que era desejava. Michael percebeu que eles estavam ficando cada vez mais próximo, e sabia que estava rolando alguma coisa entre eles.
Era uma quarta-feira, e Lolita estava num salão de dança esperando Michael chegar. Quando ele chegou, se sentou em uma cadeira no centro daquele salão.
-Me mostre os passos que lhe ensinei semana passada, vamos ver se você aprendeu.
Ele colocou na vitrola um vinil de Fred Astaire, e ela começou a fazer os passos de sapateado do jeito que ele havia ensinado. Quando a música começou a se agitar, ela começou a dançar de um jeito que ele não havia lhe ensinado, e sim de seu jeito...ou melhor dizendo, do jeito de Marilyn. Michael não parar de reparar na forma que ela se mexia, cada curva de seu corpo. Ele se levantou e a segurou na cintura, e ambos começaram a dançar juntos. Ele a pegava no colo e a erguia, a rodava. Quando a música parou, ele pegou uma de suas pernas e segurou em suas coxas. Seus rostos se aproximavam, suas respirações estavam fadigadas. Quando seus lábios se aproximaram, Michael a beijou. Ele tinha um beijo romântico, e quente ao mesmo tempo. Ele a pegou no colo e a jogou contra uma parede, e seu beijo começou a ficar mais acelerado. Ele passava a mão em suas costas e ia descendo, até chegar à região de sua bunda. Ele começou a aperta-la com força. Ela começou a beijar seu cangote, e quando ela estava quase tirando sua camisa, ele se deu conta do que estava fazendo. Havia sido seduzido por ela de novo. Ele a colocou no chão e deu de costas para ela. Andava de um lado para o outro com as mãos sob a cabeça.
-Eu não acredito que fiz isso de novo. – ela deu uma risada um tanto quanto maliciosa. Ele olhou seriamente para ela, e logo ela parou de rir.- Só me diga o por que: por que está fazendo isso?
-Você não gostou?
-É claro que gostei, e é por isso que estou bravo. Você é só uma garota de 16 anos, e eu sou um homem. Um homem de 34 anos. Não posso fazer isso com você.
-Por que não? Eu e Paul fazemos isso sempre e...
-Vocês o que? – logo ela se calou. Ele se aproximou dela e olhou no fundo de seus olhos. – você e Paul transam?
Ela hesitou em falar. Mas logo acabou confessando.
-Sim. Sempre que eu tenho aula com ele.
Michael deu uma risada irônica.
-Eu não posso acreditar no que estou ouvindo.
-Bem, você pode não me querer. Mas há quem queira.
Ele lançou sobre ela um olhar um tanto quanto bravo.
-Deixa eu te dizer uma coisa Lolita: Paul é um cafajeste. Ele só sabe ficar com as mulheres para transar com ela, e depois as esquece. Ele é um verdadeiro quebrador de corações. Eu não quero que ele faça isso com você, ainda mais porque você é uma criança.
-EU NÃO SOU UMA CRIANÇA – ela disse quase gritando – pare de me tratar como tal. Eu estou crescendo, estou mudando, me descobrindo. E você querendo ou não, essa é a verdadeira Lolita.
-E quanto aquela garota tímida, que amava ler Peter Pan? O que aconteceu com ela? Eu sinto falta de quando você era daquele jeito, e não essa garota que pensa que é a própria Marilyn Monroe, e que fica querendo transar com homens mais velhos.
-Está tudo bem aqui? – eles foram interrompidos quando Paul chegou. – eu ouvi umas vozes um pouco altas e...
-Esta tudo bem. Nossa aula já acabou mesmo. – Lolita lançou um olhar de raiva para Michael.- Escute Michael, eu vou para casa de Paul e...
-Não, você não vai.
-Nós vamos fazer um treinamento a mais Michael.
-Um treinamento a mais? Pra quê? Pra ver se ela esta melhorando cada vez mais na cama? – Michael dizia de uma forma irônica.- Paul fique longe dela, está me ouvindo? Você não vai fazer com ela como fez com quase todas as mulheres dessa cidade.
-O que foi Michael, está com ciúmes? – Lolita se intrometeu. – Eu vou á casa dele, e você não vai me impedir. Não é meu pai para fazer isso.
Ela saiu daquele salão batendo os pés. Michael olhava com raiva para Paul, e ele só deu um sorriso torto, enquanto se aproximava de Michael.
-Parece que dessa vez eu vou ficar com a garota...de novo.
Era uma quarta-feira, e Lolita estava num salão de dança esperando Michael chegar. Quando ele chegou, se sentou em uma cadeira no centro daquele salão.
-Me mostre os passos que lhe ensinei semana passada, vamos ver se você aprendeu.
Ele colocou na vitrola um vinil de Fred Astaire, e ela começou a fazer os passos de sapateado do jeito que ele havia ensinado. Quando a música começou a se agitar, ela começou a dançar de um jeito que ele não havia lhe ensinado, e sim de seu jeito...ou melhor dizendo, do jeito de Marilyn. Michael não parar de reparar na forma que ela se mexia, cada curva de seu corpo. Ele se levantou e a segurou na cintura, e ambos começaram a dançar juntos. Ele a pegava no colo e a erguia, a rodava. Quando a música parou, ele pegou uma de suas pernas e segurou em suas coxas. Seus rostos se aproximavam, suas respirações estavam fadigadas. Quando seus lábios se aproximaram, Michael a beijou. Ele tinha um beijo romântico, e quente ao mesmo tempo. Ele a pegou no colo e a jogou contra uma parede, e seu beijo começou a ficar mais acelerado. Ele passava a mão em suas costas e ia descendo, até chegar à região de sua bunda. Ele começou a aperta-la com força. Ela começou a beijar seu cangote, e quando ela estava quase tirando sua camisa, ele se deu conta do que estava fazendo. Havia sido seduzido por ela de novo. Ele a colocou no chão e deu de costas para ela. Andava de um lado para o outro com as mãos sob a cabeça.
-Eu não acredito que fiz isso de novo. – ela deu uma risada um tanto quanto maliciosa. Ele olhou seriamente para ela, e logo ela parou de rir.- Só me diga o por que: por que está fazendo isso?
-Você não gostou?
-É claro que gostei, e é por isso que estou bravo. Você é só uma garota de 16 anos, e eu sou um homem. Um homem de 34 anos. Não posso fazer isso com você.
-Por que não? Eu e Paul fazemos isso sempre e...
-Vocês o que? – logo ela se calou. Ele se aproximou dela e olhou no fundo de seus olhos. – você e Paul transam?
Ela hesitou em falar. Mas logo acabou confessando.
-Sim. Sempre que eu tenho aula com ele.
Michael deu uma risada irônica.
-Eu não posso acreditar no que estou ouvindo.
-Bem, você pode não me querer. Mas há quem queira.
Ele lançou sobre ela um olhar um tanto quanto bravo.
-Deixa eu te dizer uma coisa Lolita: Paul é um cafajeste. Ele só sabe ficar com as mulheres para transar com ela, e depois as esquece. Ele é um verdadeiro quebrador de corações. Eu não quero que ele faça isso com você, ainda mais porque você é uma criança.
-EU NÃO SOU UMA CRIANÇA – ela disse quase gritando – pare de me tratar como tal. Eu estou crescendo, estou mudando, me descobrindo. E você querendo ou não, essa é a verdadeira Lolita.
-E quanto aquela garota tímida, que amava ler Peter Pan? O que aconteceu com ela? Eu sinto falta de quando você era daquele jeito, e não essa garota que pensa que é a própria Marilyn Monroe, e que fica querendo transar com homens mais velhos.
-Está tudo bem aqui? – eles foram interrompidos quando Paul chegou. – eu ouvi umas vozes um pouco altas e...
-Esta tudo bem. Nossa aula já acabou mesmo. – Lolita lançou um olhar de raiva para Michael.- Escute Michael, eu vou para casa de Paul e...
-Não, você não vai.
-Nós vamos fazer um treinamento a mais Michael.
-Um treinamento a mais? Pra quê? Pra ver se ela esta melhorando cada vez mais na cama? – Michael dizia de uma forma irônica.- Paul fique longe dela, está me ouvindo? Você não vai fazer com ela como fez com quase todas as mulheres dessa cidade.
-O que foi Michael, está com ciúmes? – Lolita se intrometeu. – Eu vou á casa dele, e você não vai me impedir. Não é meu pai para fazer isso.
Ela saiu daquele salão batendo os pés. Michael olhava com raiva para Paul, e ele só deu um sorriso torto, enquanto se aproximava de Michael.
-Parece que dessa vez eu vou ficar com a garota...de novo.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Capítulo 3 - Capitulo dois
Durante o jantar os criados perguntavam para ele como foi à viagem e coisas do tipo, e ele contava todo empolgado.
-A apresentação então, nem me falem. Foi um enorme espetáculo – contava todo animado. Ele percebera que Lola era muito quieta – E você Lola, está gostando de ficar aqui?
-Uhum – respondeu sem muito animo, e dona Martha olhou para ela com o canto dos olhos.
E assim foi durante todo o jantar: ele fazia perguntas para ela, e ela respondia de maneira simples e direta. Acho que isso o deixou um pouco sem graça, até que parou de fazer perguntas.
-Me deem licença – disse Lola, se levantando da mesa – mas vou me deitar. O jantar estava ótimo.
Ela subiu as escadas e se trancou em seu quarto. Não queria ver ninguém, ela só queria sua vida antiga de volta. Ela estava pegando seu pijama quando ouviu alguém bater na porta.
-O que essa velha chata quer agora? – pensou.
Para sua surpresa, quando abriu a porta era o senhor Jackson.
-Está tudo bem? Foi algo que eu fiz ou...
-Não. Eu estou bem. – ela deu um sorriso meio torto, e se sentou em sua cama. – Desculpe sair de lá daquele jeito.
-Sem problemas. Acho que aqueles assuntos não estavam te interessando muito. Ah, eu tenho algo para você – ele estava o tempo todo com as mãos nas costas, e quando tirou entregou para ela seu querido livro: Peter Pan. – Já conversei com Martha, ela não vai mais te incomodar tanto.
-Muito obrigado Senhor Jackson – disse com um enorme sorriso no rosto.
-Por favor, me chame de Michael. Eu também sou um grande fã de Peter Pan. – ele se sentou do seu lado na cama – se importa se eu ficar um pouco aqui?
-Não, sem problemas. Então, desculpe perguntar, mas o senhor é professor do que?
-Dança. Estava em Los Angeles com um amigo meu que é professor de canto. Meus alunos estavam apresentando um musical.
-Você que dirigiu?
-Mais ou menos isso – ele disse rindo.
-Você deve ser bem talentoso não?
-Não é questão de talento. É algo que eu amo fazer, e faço de todo meu coração. Mas e você, gosta de cantar ou dançar?
-Ah, bem... eu gosto sim. Mas não tenho jeito para isso.
-Duvido. Cante algo para mim, quero ver.
Ela só riu, é claro que ela não iria cantar para ele.
-Sabe, isso pode parecer bobagem, mas meu sonho é um dia ser famosa como Marilyn Monroe. Ela é minha maior inspiração.
-Jura? Eu ainda não a conheci, mas um dia também pretendo conhece-la. E vou te levar.
-Seria perfeito.
-Já tive uma ideia – Michael falava com toda empolgação do mundo – eu posso te ensinar a dançar e pedir para o meu amigo te ensinar a cantar, o que acha?
-O que? Está falando sério?
-Sim. Depois dessa viagem vou ficar uns meses sem dar aula, e você pode ser minha única aluna. Posso até arranjar um lugar para você se apresentar, não seria ótimo?
-Eu não sei.... eu sou muito tímida e...
-Tudo bem – ele passava a mão em seus cabelos – podemos treinar isso. É um sonho seu, e você tem que realiza-lo. O que me diz, topa?
Ela hesitou um pouco, mas depois de pensar concordou com a cabeça.
-Tudo bem, podemos começar as aulas amanhã, se não se importar. – ele olhou para seu relógio de pulso – e agora eu deixo você dormir.
Ela riu, e ele deu um beijo de boa noite em sua testa.
-Boa noite Lolita. Se importa se eu te chamar assim?
-Nem um pouco – ela disse com um sorriso tímido – eu até prefiro assim.
Ele sorriu e saiu daquele quarto. ‘’Lolita’’ ela repetia em sua mente. Seus pais que costumavam chama-la de Lolita.
No dia seguinte ela acordou cedo e se banhou, colocou um vestido básico e uma sapatilha e desceu para tomar café. Para sua surpresa só havia algumas cozinheiras e Michael sentados na mesa.
-Bom dia Lolita. Costuma acordar sempre esse horário?
-Aham. Adoro acordar com o cantar dos pássaros.
-Eu também – ele disse com um sorriso no rosto depois de ingerir seu suco.
Depois de comerem, ele disse para que eles fossem dar uma volta no quintal. Lola ainda não tinha ido lá fora, então achou uma boa ideia. Era um dia ensolarado, o céu estava totalmente azul, sem nenhuma nuvem. Os pássaros voavam naquele lindo céu, o sol brilhava, e batia uma brisa deliciosa. Eles se sentaram debaixo de uma arvore, em frente a um lago. Aquela casa era realmente enorme.
-De onde você conhecia meu tio?
-Ah foi há muito tempo atrás, antes da guerra. Estudamos na mesma escola, frequentávamos a mesma faculdade. Fomos para a guerra juntos. E depois quando ela acabou foi difícil de manter contato, e quando falei com ele novamente... bem, você já sabe. Éramos muito amigos mesmo Lolita. Durante a guerra era um protegendo o outro. – ele deu um suspiro e passou a mão sobre seu rosto.
-A guerra tirou muitas coisas de você?
-Minha mulher – ele estava com um olhar vazio – ela foi pega pelos soldados alemães. Enfim, acho que você não entenderia, era uma criança quando tudo isso aconteceu e...
-Minha mãe também foi pega por eles. – ele olhou com uma expressão de pena para ela, enquanto seus olhos já ficavam marejados – e eles a mataram bem na minha frente. Eles também iriam me matar, mas resolveram poupar minha vida. Eu preferia que não fizessem isso.
-E quanto seu pai?
-Ele morreu em combate. Nem todos tiveram a mesma sorte que você e meu tio de sobreviverem.
-Eu sinto muito... eu realmente não sabia.
-Tudo bem. Só acho estranho falar sobre isso, nunca falei disso com ninguém, nem mesmo com meu tio. A guerra tirou muitas coisas de muitas pessoas... coisas insubstituíveis.
-Eu sei – ele enxugou as lágrimas de seu rosto – Lolita olhe para mim: eu sei que você deve estar com medo disso tudo, morar em um lugar onde você não conhece ninguém, você só deve querer sua vida antiga de volta. Mas eu prometo que irei recompensar tudo isso, eu farei você feliz aqui. Eu sei que nada disso vai ser igual sua vida antes, mas pode ser que você se surpreenda com o que ainda está por vir.
Ele a abraçou, e ela limpava suas lágrimas.
-Eu vou te fazer feliz. Eu prometo.
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Capítulo 4 - Capítulo três
Semanas se passaram, e ambos começaram a ficar mais próximos um do outro. Cada dia que se passava, Lolita ia perdendo sua vergonha e se soltando mais. Digamos que para a época ela era uma garota bem ‘’solta’’. Ela dizia que queria ser igual Marilyn Monroe, tanto no seu jeito como na aparência. ‘’Quando eu for igual à Marilyn, vários homens vão se apaixonar por mim, você vai ver’’ era o que ela dizia, e Michael só ria. Ele amava seu jeito de ser tão extrovertida, sonhadora.
O dia de ação de graças estava chegando. Michael quis preparar um jantar especial para Lolita, apenas os dois. Enquanto ela se banhava, ele preparava a mesa para o jantar. Estava tudo pronto, mas ela estava demorando a descer. Michael decidiu subir para chama-la. A porta de seu quarto estava aberta, logo ele achou que podia entrar. Ao entrar se deparou com Lolita saindo do banheiro, de roupa intima. Ele ficou paralisado observando cada detalhe de seu corpo, ela tinha uma silhueta perfeita, curvas muito bem desenhadas... tinha um corpo bem evoluído para uma garota de apenas 16 anos.
-Michael – ela o chamou, e ele acordou de seu transe, todo envergonhado.
-Desculpe, eu não sabia que você... – ele estava saindo do quarto – o jantar está servido. Me perdoe.
-Ei, tudo bem. – ela segurou em seu braço, o impedindo de sair. Ela o puxou para perto de seu corpo.- Eu precisava mesmo de você aqui.
Ela pegou seu vestido que estava em sua cama, e o vestia devagar. ‘’Se ela está tentando me provocar, está funcionando muito bem’’ pensou Michael.
-Pode me ajudar a fecha-lo?
Michael fez que sim com a cabeça. Enquanto o fechava ela pegou em suas mãos, e o fez passar por toda a extensão de suas costas. Ele pousou suas mãos em sua cintura, e se aproximou de seu pescoço, o beijando. Quando ele se deu conta que fora seduzido pela garota, se afastou dela, que o olhava com um olhar malicioso.
-É melhor descer logo. O jantar vai esfriar. –
Ele saiu daquele quarto todo envergonhado, enquanto Lolita terminava de se arrumar.
***
Ele já estava sentado na mesa, apenas esperando a garota. Quando ela chegou, seu coração bateu aceleradamente. Como se o que acabara de acontecer no quarto não bastasse, ela estava usando um batom vermelho sedutor, com um vestido que destacava suas curvas e um decote enorme. Ela se sentou a mesa e eles começaram a conversar normalmente, ela falava como se nada tivesse acontecido há minutos atrás. Michael se distraia em meio seus pensamentos, não parava de pensar no que acontecerá no quarto. Ele não parava de olhar aqueles belos lábios avermelhados, e para seus seios fartos. ‘’O que está pensando Michael?’’ pensava consigo mesmo, fingindo estar prestando atenção ao que ela dizia. ‘’Ela é só uma garota, e você é um homem. Pare de cair na dela, ela está tentando te provocar.’’
-Michael, está tudo bem? – ela se levantou e ficou de frente a ele – parece que está...
-Eu estou bem.
-Tem certeza?
Ela deu uma abaixada, e colocara suas mãos nas coxas de Michael e as massageava. Seus seios estavam bem à mostra da cara dele. Aquilo já estava o deixando louco.
-Tenho. – ele deu um sorriso torto.
Ela puxou sua cadeira para mais perto dele, e deu uma erguida em seu vestido. Michael pousou sua mão em suas coxas que estavam à mostra, e começou a massageá-las. Ela mordeu os lábios, pegou a mão dele e foi levando em direção a sua intimidade. Ele encostou vagarosamente, e por cima da calcinha da menina começou a massageá-la. Ele viu que ela estava satisfeita com aquilo, e começou a fazer aquilo cada vez mais rápido. Ela já estava arqueando seu pescoço, quando ele tirou sua calcinha e começou a masturba-la. Ela dava gemidas abafadas. Ela senta em seu colo dando pulinhos para excita-lo.
-Mais Michael – ela geme em seu ouvido, enquanto a mordia. – Me dê mais.
Sua calça já estava ficando apertada de tão excitado, e ele começou a brincar com seus clitóris. Suas gemidas ficavam mais intensas. Ela sentiu um arrepio no corpo todo, e por segundos ela ficara descontrolada, até que finalmente chegou a seu orgasmo. Ela saiu de seu colo e começou a desabotoar a calça de Michael, até que ele realmente se deu conta do que estava acontecendo. Ele se levantou depressa, e olhava indignado para a garota.
-Por que fez isso?
Ela deu uma risadinha, e se aproximou dele e sussurrou em seu ouvido.
-Eu disse que farei todos os homens se apaixonarem por mim. – ela alisou seu membro, que podia sentir que estava ereto. - Começando por você.
Ele segurou em suas mãos com força e depois saiu de lá bufando.
-Boa noite Lolita.
Ele foi para seu quarto, deixando-a na sala de jantar sozinha. Ela não acreditava no que acabara de acontecer. Ele se deixou ser seduzido por uma garota, e ele gostou daquilo, e queria mais.
Notas Finais
sábado, 16 de novembro de 2013
Sinopse:
''Você seria meu essa noite? Poderia estar beijando meus lábios de ponche de frutas no sol resplandescente. Porque eu gosto muito de você, tudo que você tem, você não sabe? É você que eu adoro, mesmo que eu faça garotos caírem como dominós.''
Capítulo 1 - Prólogo
Década de 50. Lola Woolridge (Lolita) é uma garota de 16 anos, órfã que acabara de perder o tio, e foi morar na casa de um professor muito respeitado nos estados unidos: senhor Michael Jackson. Ela tem um grande sonho de se tornar tão famosa como sua musa Marilyn Monroe. Com isso, ela terá ajuda de dois grandes e respeitados professores de dança e musica Michael Jackson (34 anos) e Paul McCartney (40 anos). A cada dia que se passa, Lolita quer ser mais parecida com Marilyn em seu jeito de agir fazendo com que homens se apaixonem por ela, e fazendo com que haja um triangulo amoroso entre ela, Michael e Paul. Qual dos dois era irá escolher?
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Capítulo 2 - Capitulo um
1957. Era uma noite chuvosa de sexta-feira quando Lola Woolridge estava se mudando de Londres para os Estados Unidos. Durante sua vida toda ela morava com seu tio no subúrbio de Londres. Assim como muitas crianças, ela virara órfã durante a guerra. Seu pai havia morrido durante um combate, e sua mãe fora pega pelos soldados alemães. Por sorte ela conseguira escapar, e desde o fim da guerra, reencontrara seu tio e morou com ele. Ela tinha 14 anos quando ele ficou doente, e dois anos depois ele acabou falecendo. Lolita seria enviada á um orfanato, mas seu tio disse que conhecia alguém para cuidar dela, um grande amigo. Então, aos 16 anos, ela estava indo morar na casa de um professor muito bem respeitado nos Estados Unidos. Ela não fazia ideia de quem era, e nem do que iria encontrar ao chegar lá. Era um país totalmente diferente, ela estava sozinha, e viveria no meio de desconhecidos. Pensar nessas coisas a fez chorar durante a viagem toda, até pegar no sono.
No dia seguinte acordou com o apito do trem, ela já havia chegado a sua estação. Assim que saiu do trem com suas bagagens, ela se encontrara no meio do nada. Era um lugar cercado de colinas e arvores. Estava totalmente sozinha, apenas esperando o professor chegar. Duvidas a respeito dele vieram a sua mente, até que ouvira um barulho de um carro se aproximando.
-Você é a senhorita Woolridge? - uma senhora com uma aparência não muito agradável perguntou.
-Sim – respondeu toda tímida.
-Entre. – o motorista pegou suas bagagens e abriu a porta.- Só para avisar Lola - a mulher tinha um tom de arrogância na voz – o senhor Jackson não esta acostumado com crianças em sua casa. Então há regras a se seguirem: primeiro nunca o incomode, só fale com ele quando necessário. Segundo: respeita-lo é sempre bom. Terceiro...
Lola não ouvira mais nada do que aquela mulher dizia, só prestava atenção na paisagem. ‘’Como vou viver com todas essas regras?’’ pensou. Ela estava se segurando para não chorar. ‘’Eu não vou aguentar isso. Eu quero minha vida de volta’’.
Depois de uns minutos eles chegaram à casa do senhor Jackson. Era uma mansão grande, com um jardim enorme. Parecia uma casa antiga, mas era muito bem cuidada. Dentro, era maior ainda. Vários quadros pendurados na parede, relíquias em todos os cantos.
-E nem ouse encostar, nem sequer olhe para essas relíquias – disse a mulher – elas são mais caras e mais raras que sua vida.
Um mordomo colocou todas suas bagagens em seu quarto.
-Se precisar de alguma coisa pode me procurar. – ele era bem mais gentil que aquela mulher – não ligue para dona Martha, ela é sempre desse jeito. O senhor Jackson não é tão chato como ela diz.
-E onde ele está? – perguntou Lola.
-Em uma viagem. Mas entre três dias ele já esta de volta.
Ela assentiu com a cabeça. Colocou um pijama e se deitou em sua cama e pegou um livro. Mas sua mente não estava no livro, e ela não conseguia dormir. No criado mudo ela colocara uma fotografia dela com seu tio, e com seus pais.
-Eu queria que minha vida voltasse a ser como era antes. Não sei se vou aguentar isso. – lágrimas rolaram em seu rosto. Ela fechou os olhos na tentativa de parar de chorar, e acabou adormecendo.
***
Dois dias haviam se passado, e tudo que ela havia feito era ficar em seu quarto lendo. Dona Martha disse para ela se arrumar e sair daquele quarto, porque senhor Jackson estava para chegar.
-Se vista descentemente. Imagine a vergonha que passarei se ele te ver desse jeito.
Ela tirou seu pijama e escolheu um vestido no seu guarda-roupa. Havia vários vestidos, um mais lindo que o outro. Ela nunca havia usado roupas tão lindas daquele jeito. Ela escolheu um vestido rosa de bolinhas brancas, uma sapatilha e deixou seus cabelos soltos com uma tiara de laço.
Quando ele chegou Lolita estava em seu quarto lendo. Alguém bateu na porta, e quando entrou viu que era dona Martha.
-Que falta de educação é essa Lola? Acha que você pode escolher o que fazer? O senhor Jackson já esta aqui, e você trancada nesse quarto lendo essas porcarias? – ela tirou Peter Pan de suas mãos com uma brutalidade. - Agora vá lá agora, ou terei que leva-la a força? – seu tom de voz aumentara, até que elas ouviram passos vindos de trás delas.
-O que está acontecendo aqui? – Lola olhou para porta e viu um homem parado. Ele se vestia de uma maneira simples, um suéter xadrez, calças e sapatos sociais. Tinha cabelos negros, e olhos castanhos escuros, mas seu olhar era bem marcante. Tinha a pele branca como porcelana, e seus lábios eram bem desenhados e avermelhados. – Dona Martha, está tudo bem?
-Senhor Jackson, eu pedi para que Lola...
-Você é Lola Woolridge ? Que seu tio mandou para cá?
-Sim – respondeu a garota com a voz falha.
-Dona Martha, você não pode tratar a garota dessa maneira. Ela é apenas uma garota... e não fez nada de errado, fez?
-Não senhor – respondeu Lola.
-Tudo bem, vamos descer. O jantar já esta servido.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
OBG POR ACOMPANHAR !
OLÁ ! ! postarei outra FIC com o nome ''LOLITA'' no final de semana ou talvez antes. bjs mj-fâs! obg
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DA MINHA 1 FIC ENTRE MUITAS OUTRAS!
euzinha :)
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DA MINHA 1 FIC ENTRE MUITAS OUTRAS!
euzinha :)
Dei um ultimo beijo em minha amada, antes que ela fosse mandada ao necrotério, e depois preparassem seu corpo para o velório. Eu não estava acreditando que tudo aquilo estivesse realmente acontecendo. Saí daquela maldita sala, e lá fora dei de cara com Paul e Denise. Como contar para eles? Mas acho que pela minha cara eles já sabiam o que aconteceu, e então Paul não segurou mais as lágrimas, e chorou. Denise o abraçou, também em meio às lágrimas.
Eu me sentei e baixei a cabeça. Eu havia planejado uma vida inteira ao seu lado, nos imaginava criando aquela filha juntos, trocaríamos suas fraldas, ela a amamentaria. Depois a veríamos tentando andar, até que soltássemos suas mãozinhas e ela estivesse finalmente andando, depois correndo, num futuro próximo andando de bicicleta, e quem sabe, futuramente, dançando tão bem quanto Lucy dançava. Teríamos muitos filhos, adotaríamos um de cada raça, veríamos a mais velha indo para faculdade, e pouco a pouco, cada um seguiria sua vida. Até ficarmos de novo, apenas eu e minha Lucy, velhos, mas felizes. Mas tudo isso acabou, nada disso iria acontecer, seriam apenas sonhos. Senti alguém me puxando para me levantar, não enxergava direito porque meus olhos estavam cobertos de lágrimas. Era Denise, ela me abraçou forte. Em seguida veio Paul, não dizia nada, apenas me abraçava.
Depois de um tempo veio uma enfermeira dizendo que eu podia ver minha filha. Era tão pequena, assim como minha Lucy, minha pequena. A segurei cuidadosamente, ela era a única coisa que havia me restado.
-Você tem uma filha muito saudável. Felizmente quando sua esposa foi baleada ela não foi atingida. - Lembrei de que no inicio da gravidez Lucy usava drogas, e sabia que aquilo iria causar sequelas na minha filha. Mas não importava, estava disposto a cuidar dela. - Qual é o nome dela?
-Bem. - Fiquei pensativo. - Paul iria escolher o nome.
-Não, escolha você.- Ele sorriu para mim, eu o retruquei.- Não sou criativo para essas coisas.- disse rindo.
-Então, ela vai se chamar Letícia. - Paul me olhou curioso, acho que não entendeu o porquê daquele nome tão estranho na América. - Ela vai ter o mesmo nome da mãe, o verdadeiro nome de Lucy.
End of Michael's point of view
Quatro meses se passaram. Michael realmente não sabia o que seria dele sem o apoio de sua família, de seus amigos, de Paul, e principalmente, de seus fãs. Mas às vezes, quando se de encontrava sozinho, ele chorava.
Um dia estava cuidando da pequena Letícia, estava sozinho. Havia a colocado para dormir, cantava uma música de Lucy, e ela adormeceu. Continuou cantando, e veio a memória lembranças dela cantando essa música em shows, de seu sorriso, e começou a chorar. Nunca iria superar isso, por mais que tentasse. E então começou a repetir para si mesmo ‘’eu não sei por quanto tempo irei aguentar. ’’ Ele sentiu uma brisa soprar por aquele quarto, ergueu a cabeça e não pode acreditar no que viu: era Lucy, estava irradiante, parecia até...um anjo.
-Devo estar delirando.
-Não, não está. - Sua voz estava mais doce do que de costume. - Mas se achar melhor, pode pensar que eu sou apenas um fruto da sua imaginação. Mas eu sou real. – Ela via surpresa, duvida e um certo medo no olhar de Michael.- Você não pode me tocar, mas eu sou real.
-Por que está aqui?
-Vi que estava perdido. Sempre que se sentir assim, eu irei aparecer para você. Sei que isso tudo pode parecer confuso para você, então explicarei melhor. Sou sua protetora, como um anjo da guarda. Sempre que estiver triste, perdido ou sozinho, eu estarei do seu lado. ‘’ You are not alone, I am here with you. Though we're far apart you're always in my heart’’.
Ao ouvir isso, Michael foi em sua direção e começou a chorar.
-Você tem que voltar, por favor, não me deixe.
-Eu nunca te deixarei. E isso que está me pedindo é uma coisa impossível. - Ouvir isso o fez chorar mais ainda.- E também irei te pedir uma coisa impossível: tem que me esquecer.
-Te esquecer? Nunca.
-É preciso. Você tem que seguir sua vida a diante, pelo seu bem, pelo bem das pessoas que convivem com você. Pela nossa pequena Letícia. Agora me prometa uma coisa: prometa-me que você vai tentar me esquecer? Promete que vai seguir sua vida a diante?
-Sem você é impossível.
-É possível. E como eu disse: eu sempre estarei com você, sendo na memória ou no coração, nunca te deixarei. - Ela o abraçou, e ele retribuiu forte, tentou dar um beijo em seu rosto mas ela se afastou, e andou em direção a janela.- Eu tenho que ir agora.
-Quando irei te ver de novo?
-Quando você precisar. Apenas chame meu nome, e eu estarei aqui.- E assim como chegou, de repente ela foi embora.
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Capítulo 32 - For all time
Assim como prometido, sempre que Michael precisava, Lucy aparecia para ele, o que fazia com que ele continuasse a seguir em frente. A pequena Letícia crescia saudável, tinha o olhar e o jeito de Paul, mas o sorriso e os olhos de Lucy. Felizmente ela não teve nenhuma sequela devido às drogas que Lucy usou durante a gestação, e aquilo para os médicos era uma coisa impossível, como eles diziam, um milagre.
A policia investigou esse assassinato, e depois descobriram o assassino: era uma fã de Michael, que não podia se conformar que não era casada com Michael. Matou Lucy porque, segundo ela, se Michael não a conhecesse, os dois estariam casados. Ela foi condenada a prisão perpétua. Michael já havia visto essa mulher antes acampando na porta de Neverland, e segundo ele, não era uma fã, era uma louca, psicopata.
Em 1999, Michael e sua filha fizeram uma viagem com Paul e Isabela (que agora eram casados), para relaxarem. Foram para Londres, e lá, Michael conheceu Emanuele: era uma mulher linda, engraçada, inteligente. Eles saiam algumas vezes, e logo, Michael estava apaixonado. Ele evitou pensar assim, mas lembrou-se da promessa que fez a Lucy. Em 2001 eles se casaram, e tiveram um filho, que chamaram de John. Nesse ano ele lançou o álbum Invincible, do qual todas as músicas foram inspirado em seus filhos, e em Emanuele, seu novo amor. Ele era muito feliz com essa nova vida
3 de outubro de 2007. O céu ainda estava escuro, mas Michael e Letícia já estavam de pé. Letícia sabia que nessa data, ela e seu pai sempre saiam de madrugada e iam para uma praia deserta, e ficavam lá até o por do sol, mas ela nunca soube o porquê disso, mas gostava. Ao chegarem à praia, Michael a acordou, e ficaram andando na praia.
-Papai, por que você sempre vem pra cá nessa data? Disse que um dia iria me contar.
-E eu vou. - Michael suspirou, olhou para os olhos de sua filha, cada dia se parecia mais com a mãe. Ele contou da promessa que fez pra Lucy, de que sempre iriam para aquela praia, em prova de que o amor deles nunca iria morrer. - E toda vez que eu lembro esse dia, dessa promessa, eu posso senti-la. Não sei se vai entender isso.
-Eu queria ter conhecido ela.
- Ela era... perfeita. No momento só consigo descrevê-la dessa maneira. Era uma mulher forte, batalhadora.
-Sente muita falta dela?
-Sim. Mas ela sempre está comigo. Carrego a dentro do coração. Sempre que me sinto triste, posso senti-la me consolando. Às vezes a vejo em meus sonhos.
-Quer dizer então, que ainda a ama?
Michael deu uma risada para ela, observou o Sol que já estava nascendo, suspirou e disse:
-Eu a amarei até o fim dos tempos.
Notas Finais
Espero que tenham gostado dessa fic :)
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