OLÁ ! ! postarei outra FIC com o nome ''LOLITA'' no final de semana ou talvez antes. bjs mj-fâs! obg
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DA MINHA 1 FIC ENTRE MUITAS OUTRAS!
euzinha :)
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Dei um ultimo beijo em minha amada, antes que ela fosse mandada ao necrotério, e depois preparassem seu corpo para o velório. Eu não estava acreditando que tudo aquilo estivesse realmente acontecendo. Saí daquela maldita sala, e lá fora dei de cara com Paul e Denise. Como contar para eles? Mas acho que pela minha cara eles já sabiam o que aconteceu, e então Paul não segurou mais as lágrimas, e chorou. Denise o abraçou, também em meio às lágrimas.
Eu me sentei e baixei a cabeça. Eu havia planejado uma vida inteira ao seu lado, nos imaginava criando aquela filha juntos, trocaríamos suas fraldas, ela a amamentaria. Depois a veríamos tentando andar, até que soltássemos suas mãozinhas e ela estivesse finalmente andando, depois correndo, num futuro próximo andando de bicicleta, e quem sabe, futuramente, dançando tão bem quanto Lucy dançava. Teríamos muitos filhos, adotaríamos um de cada raça, veríamos a mais velha indo para faculdade, e pouco a pouco, cada um seguiria sua vida. Até ficarmos de novo, apenas eu e minha Lucy, velhos, mas felizes. Mas tudo isso acabou, nada disso iria acontecer, seriam apenas sonhos. Senti alguém me puxando para me levantar, não enxergava direito porque meus olhos estavam cobertos de lágrimas. Era Denise, ela me abraçou forte. Em seguida veio Paul, não dizia nada, apenas me abraçava.
Depois de um tempo veio uma enfermeira dizendo que eu podia ver minha filha. Era tão pequena, assim como minha Lucy, minha pequena. A segurei cuidadosamente, ela era a única coisa que havia me restado.
-Você tem uma filha muito saudável. Felizmente quando sua esposa foi baleada ela não foi atingida. - Lembrei de que no inicio da gravidez Lucy usava drogas, e sabia que aquilo iria causar sequelas na minha filha. Mas não importava, estava disposto a cuidar dela. - Qual é o nome dela?
-Bem. - Fiquei pensativo. - Paul iria escolher o nome.
-Não, escolha você.- Ele sorriu para mim, eu o retruquei.- Não sou criativo para essas coisas.- disse rindo.
-Então, ela vai se chamar Letícia. - Paul me olhou curioso, acho que não entendeu o porquê daquele nome tão estranho na América. - Ela vai ter o mesmo nome da mãe, o verdadeiro nome de Lucy.
End of Michael's point of view
Quatro meses se passaram. Michael realmente não sabia o que seria dele sem o apoio de sua família, de seus amigos, de Paul, e principalmente, de seus fãs. Mas às vezes, quando se de encontrava sozinho, ele chorava.
Um dia estava cuidando da pequena Letícia, estava sozinho. Havia a colocado para dormir, cantava uma música de Lucy, e ela adormeceu. Continuou cantando, e veio a memória lembranças dela cantando essa música em shows, de seu sorriso, e começou a chorar. Nunca iria superar isso, por mais que tentasse. E então começou a repetir para si mesmo ‘’eu não sei por quanto tempo irei aguentar. ’’ Ele sentiu uma brisa soprar por aquele quarto, ergueu a cabeça e não pode acreditar no que viu: era Lucy, estava irradiante, parecia até...um anjo.
-Devo estar delirando.
-Não, não está. - Sua voz estava mais doce do que de costume. - Mas se achar melhor, pode pensar que eu sou apenas um fruto da sua imaginação. Mas eu sou real. – Ela via surpresa, duvida e um certo medo no olhar de Michael.- Você não pode me tocar, mas eu sou real.
-Por que está aqui?
-Vi que estava perdido. Sempre que se sentir assim, eu irei aparecer para você. Sei que isso tudo pode parecer confuso para você, então explicarei melhor. Sou sua protetora, como um anjo da guarda. Sempre que estiver triste, perdido ou sozinho, eu estarei do seu lado. ‘’ You are not alone, I am here with you. Though we're far apart you're always in my heart’’.
Ao ouvir isso, Michael foi em sua direção e começou a chorar.
-Você tem que voltar, por favor, não me deixe.
-Eu nunca te deixarei. E isso que está me pedindo é uma coisa impossível. - Ouvir isso o fez chorar mais ainda.- E também irei te pedir uma coisa impossível: tem que me esquecer.
-Te esquecer? Nunca.
-É preciso. Você tem que seguir sua vida a diante, pelo seu bem, pelo bem das pessoas que convivem com você. Pela nossa pequena Letícia. Agora me prometa uma coisa: prometa-me que você vai tentar me esquecer? Promete que vai seguir sua vida a diante?
-Sem você é impossível.
-É possível. E como eu disse: eu sempre estarei com você, sendo na memória ou no coração, nunca te deixarei. - Ela o abraçou, e ele retribuiu forte, tentou dar um beijo em seu rosto mas ela se afastou, e andou em direção a janela.- Eu tenho que ir agora.
-Quando irei te ver de novo?
-Quando você precisar. Apenas chame meu nome, e eu estarei aqui.- E assim como chegou, de repente ela foi embora.
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Capítulo 32 - For all time
Assim como prometido, sempre que Michael precisava, Lucy aparecia para ele, o que fazia com que ele continuasse a seguir em frente. A pequena Letícia crescia saudável, tinha o olhar e o jeito de Paul, mas o sorriso e os olhos de Lucy. Felizmente ela não teve nenhuma sequela devido às drogas que Lucy usou durante a gestação, e aquilo para os médicos era uma coisa impossível, como eles diziam, um milagre.
A policia investigou esse assassinato, e depois descobriram o assassino: era uma fã de Michael, que não podia se conformar que não era casada com Michael. Matou Lucy porque, segundo ela, se Michael não a conhecesse, os dois estariam casados. Ela foi condenada a prisão perpétua. Michael já havia visto essa mulher antes acampando na porta de Neverland, e segundo ele, não era uma fã, era uma louca, psicopata.
Em 1999, Michael e sua filha fizeram uma viagem com Paul e Isabela (que agora eram casados), para relaxarem. Foram para Londres, e lá, Michael conheceu Emanuele: era uma mulher linda, engraçada, inteligente. Eles saiam algumas vezes, e logo, Michael estava apaixonado. Ele evitou pensar assim, mas lembrou-se da promessa que fez a Lucy. Em 2001 eles se casaram, e tiveram um filho, que chamaram de John. Nesse ano ele lançou o álbum Invincible, do qual todas as músicas foram inspirado em seus filhos, e em Emanuele, seu novo amor. Ele era muito feliz com essa nova vida
3 de outubro de 2007. O céu ainda estava escuro, mas Michael e Letícia já estavam de pé. Letícia sabia que nessa data, ela e seu pai sempre saiam de madrugada e iam para uma praia deserta, e ficavam lá até o por do sol, mas ela nunca soube o porquê disso, mas gostava. Ao chegarem à praia, Michael a acordou, e ficaram andando na praia.
-Papai, por que você sempre vem pra cá nessa data? Disse que um dia iria me contar.
-E eu vou. - Michael suspirou, olhou para os olhos de sua filha, cada dia se parecia mais com a mãe. Ele contou da promessa que fez pra Lucy, de que sempre iriam para aquela praia, em prova de que o amor deles nunca iria morrer. - E toda vez que eu lembro esse dia, dessa promessa, eu posso senti-la. Não sei se vai entender isso.
-Eu queria ter conhecido ela.
- Ela era... perfeita. No momento só consigo descrevê-la dessa maneira. Era uma mulher forte, batalhadora.
-Sente muita falta dela?
-Sim. Mas ela sempre está comigo. Carrego a dentro do coração. Sempre que me sinto triste, posso senti-la me consolando. Às vezes a vejo em meus sonhos.
-Quer dizer então, que ainda a ama?
Michael deu uma risada para ela, observou o Sol que já estava nascendo, suspirou e disse:
-Eu a amarei até o fim dos tempos.
Notas Finais
Espero que tenham gostado dessa fic :)
Capítulo 29 - A day in the life
17 de maio de 1997. O bebe já estava prestes a nascer. Paul e sua namorada, Isabela, saíram de seu apartamento na Califórnia e foram para Neverland, porque a criança podia nascer a qualquer momento, e era necessário Paul acompanhar isso.
Estava em Neverland Michael, Lucy e Paul (apreensivos e nervosos ao saber que o bebe nasceria a qualquer momento).
-Onde está Isabela?
-Foi visitar sua família que mora em Hollywood, ela volta em três dias.
-Acabei de receber uma ligação da Sony.- disse Michael.- Querem que eu vá lá agora para resolver sobre minha turnê.
-Você não pode sair agora. Lucy está passando mal, acho que a criança vai nascer ainda hoje.
-Eu sei Paul, mas eu prometo que vou rápido. Primeiro vamos fazer uma pequena reunião, depois alguns estilistas vão fazer alguns toques finais nas roupas. Nisso você pode me ajudar, não é Lu?
-Quer que eu vá junto com você?- perguntou Lucy, com uma voz de cansaço.
-É, seria legal se você me ajudasse dando sua opinião. Assim que a reunião acabar eu posso ligar para você e Paul te leva até lá, o que acha?
-Acho que não é uma boa ideia Michael. Ela não está em condições para sair. - Ambos olharam para ela, que parecia estar com dores.- O que você acha?
-Bem. - ela estava meio em duvida da resposta que iria dar.- Acho que posso fazer uma pequena força.
Michael então saiu, deixando os sozinhos. Ela resmungava de dor, e Paul sempre perguntava ‘’quer um pouco de água?’’ ‘’acho melhor irmos ao médico’’ mas ela sempre discordava. Uma hora depois o telefone tocou, e Michael disse que eles já podiam ir. Paul guiou Lucy com cuidado até a limusine, e saíram.
Eles levaram cerca de 20 minutos até chegarem ao departamento da Sony. Ao entrarem a secretária disse que Michael ainda estava em reunião, mas logo ela já acabaria, e pediu para eles esperarem sentados.
-Mas esse Michael, nem deveria ter ligado aquela hora.- resmungava Lucy.- Eu preciso de um pouco de ar, vou esperar lá fora.
-Tudo bem, vou junto.
-Paul eu não preciso de uma babá.- dizia dando risada, mas ele ignorou. Era uma tarde ensolarada, com doces brisas. Ela se espreguiçava, sentindo a brisa balançar seus cabelos.
Paul estava colocando as mãos em seus bolsos para pegar um cigarro, mas foi interrompido por um barulho ensurdecedor, era como um estralo, parecia barulho de fogos, só que mais assustador. Aquilo o assustou, mas não tanto como a imagem que ele iria ver: Lucy caindo em seus braços, e em suas vestes mancha de sangue. Ela havia sido baleada, bem na barriga.
Michael's point of view
Aquela reunião não acabava nunca, Lucy e Paul já devem estar loucos de tanto esperar. De repente fomos interrompidos por um barulho, parecia de fogos, mas disseram que era de tiro. Peguei o elevador correndo pensando o pior, mas deveria ser otimista. Vi uma multidão lá embaixo, estavam cercando alguém, provavelmente a vitima baleada. Então ouvi alguém comentando ‘’A ambulância está demorando muito para chegar. Aguente firme Lucy.’’
Eu não acreditei no que disseram. Me adentrei naquela roda e vi Paul a segurando no colo, sua camisa estava ensanguentada, e uma mulher segurando na mão de minha amada. Vi desespero em seus olhos, e ao olhar para aqueles belos olhos verdes em desespero, já senti as lágrimas em meu rosto.
-Aguenta firme Lu, a ambulância já esta chegando. Você vai sair dessa.- passei minhas mãos sobre seu rosto, segurei em suas mãos e as beijei.- Aguenta firme.
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Capítulo 30 - Gone too soon
Não demorou muito até a ambulância chegar. A colocaram cuidadosamente em uma maca, Paul sentou-se na frente, enquanto eu estava atrás segurando na mão da minha pequena. Via paramédicos de um lado para outro, falando coisas que não entendia nada. Apenas consolava minha Lucy com palavras do tipo ‘’tudo vai ficar bem’’ ‘’aguente firme’’ ‘’eles sabem o que estão fazendo’’. E numa voz fraca ela disse:
-Michael, se algo acontecer comigo, lembre-se: estarei sempre com você.
Eu queria dizer alguma coisa, queria dizer que nada ia acontecer, mas apenas me engasguei com as palavras e comecei a chorar. Então uma mão pousou sobre meus ombros, vi e era um paramédico, dizendo coisas que não estava entendendo. Então o interrompi:
-Por favor, vá direto ao ponto.
-Senhor Jackson, só podemos salvar um: ou ela ou a sua filha. Você que decide.
Ouvir aquelas palavras deixou meu coração em pedaços, me senti totalmente sem chão aquele momento. Olhei mais uma vez nos olhos de Lucy, aqueles olhos em que eu sempre encontrava força, encontrava abrigo, aqueles olhos estavam se apagando. E mais uma vez perdi as forças e comecei a chorar, baixei a cabeça e chorei muito.
-Salvem a senhoria Ray.- Olhei para o lado e essa voz viera de Paul, seus olhos também estavam brilhando, deveria estar fazendo de tudo para não chorar.- Haja o que houver, façam de tudo para a manter viva.
Aquilo também deveria estar sendo muito difícil para ele. Ou seria a minha esposa que partiria ou a nossa filha, a filha dele. Chegamos ao hospital, e a levaram imediatamente até a UTI, tentei entrar, mas não deixaram. Aquilo me deixou muito furioso, era minha mulher, eu precisava ficar do seu lado. Eu havia prometido que estaria sempre ao seu lado. Pensar nessas coisas me fez chorar de novo, de repente senti uma mão em meus ombros, olhei para trás e era Paul, então o abracei.
-É tudo minha culpa. - dizia em meio às lágrimas. - Não devia ter pedido para vocês virem.
-Não é sua culpa, ninguém é culpado de nada.
-Quem fez isso?- Nisso já sequei minhas lágrimas, de repente estava ardendo de raiva. Paul fez sinal de negatividade com a cabeça, ele ia falar uma coisa, mas o interrompi. - Eu juro que quando descobrir quem fez isso com ela irei matar esse desgraçado. Ouvi uma enfermeira chamando meu nome, e disse que eu podia ir até a sala onde de cirurgia. Deram-me luvas, máscaras e um jaleco. Preparei-me psicologicamente para aquilo, porque sabia que iria me destruir ver a mulher que amo naquele estado. Ao entrar, vi várias agulhas em seus braços, sangue para todo o lado, era até difícil enxergar Lucy em meio a tantos aparelhos. Aproximei-me dela, estava inconsciente devido as anestesias. Mas isso não ia me impedir de falar com ela, e sussurrava em seu ouvido:
-Lucy, eu sei que você está me ouvindo. Aguente firme, tudo isso vai passar.
De repente ela abriu, olhou pra mim e deu um sorriso. Ver ela naquela situação e mesmo assim dando um sorriso me deu esperança. Ela tentou dizer alguma coisa, mas estava muito fraca. Li em seus lábios as palavras ‘’eu te amo’’, beijei suas mãos e disse ‘’eu te amo mais.’’ Então ouvi vários médicos dizendo várias coisas ao mesmo tempo, mas a única coisa que consegui entender foi ‘’preparem-se, vai nascer agora.’’ Lucy segurou em minha mão e a apertava forte, eu pude ver que ela estava com medo. Eu queria chorar, mas tinha que me mostrar forte para ela, ela precisava daquilo. Então ela começou a gritar, quanto mais gritava mais forte apertava minha mão. Estavam fazendo o parto, pedindo para ela fazer força. ‘’Ela não consegue fazer força, está muito fraca. ’’ Eu olhei bem no fundo de seus olhos, e passava a mão sobre seu rosto.
-Eu sei que está sendo difícil pra você, mas, por favor, tente fazer força. Você é forte, lembre-se disso.- E em meio aos berros e lágrimas ela fazia força, e enfim o bebe saiu. Mas assim que isso aconteceu ela soltava minha mão aos poucos.
- Parabéns senhor Jackson, vocês tem uma bela filha. Mas precisamos leva-la para tenda de oxigênio o mais rápido possível.
-Você conseguiu, sabia que conseguiria. - Olhei para seus olhos, estava muito inconsciente, ela deu um ultimo sorriso para mim e tentou dizer algo, mas só o que saiu de seus lábios foi ‘’cuide de nossa pequena’’, e fechou os olhos. Ouvi o monitor cardíaco, estava parando. – Lucy? Lucy por favor, não me deixe. Aguenta firme. Vi médicos virem para cima, pedindo para me afastar. Tudo aquilo era inútil. Depois de várias tentativas, vi que o monitor não mudará.
17:43. O horário do óbito. Minha pequena Lucy, estava morta.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Capítulo 27 - To woman to man
No dia seguinte eles saíram para lua de mel, mas devido ao lançamento do próximo álbum de Lucy, eles iriam ficar só sete dias. Michael não queria contar de jeito nenhum aonde seria, dizia que era uma surpresa. Quando ele a acordou o sol estava nascendo.
-Sei que dormimos pouco, mas precisamos ir agora, o carro nos espera. Pode dormir no carro.
Ela concordou, pegou sua mala e foi para o carro, e lá dormiu. Acordou com Michael a sacudindo e dizendo:
-Vai ser uma longa viagem, vamos de helicóptero agora.
Ela não entendeu muito bem o que estava acontecendo, mas concordou. Entrando lá encostou no ombro de seu marido e dormiu, nem se importou com o barulho.Quando acordou estava deitada em uma rede e se deparou num lugar diferente. Era uma casa muito simples, mas havia um enorme rio a sua frente, e estavam cercados por montanhas.
- Pensei que não fosse acordar nunca.- Disse Michael se levantando de uma cadeira.
-Onde estamos?
-É lindo não é? Acordou bem na hora do pôr do sol. Venha, vamos ficar na beira do lago. Deve estar faminta não é?
Ela fez que sim com a cabeça. Então ficaram na beira daquele lago, fazendo piquenique e vendo o reflexo do sol se pondo na água. A noite eles ficaram na varanda, olhando o lindo céu estrelado.
-Está esfriando. Acho melhor entrarmos.
Michael concordou, e entraram. Ele ficou deitado na cama descansando um pouco, enquanto ela entrou no banheiro para se banhar. Quando saiu de lá deixou o boquiaberto: estava sexy usando uma lingerie, parada na porta.
-Então, o que está esperando?
Ela foi caminhando lentamente até sua direção, o empurrou para a cama e subiu em cima dele, espalhando beijos por seu pescoço e abdômen. Ela tirou sua roupa rapidamente, já deixando o completamente nu. Ele dava beijos em seu pescoço, e desceu até chegar a seus seios, e tirou seu sutiã, dando beijos e chupões em seus mamilos, fazendo a gemer. Ele a rodou para o lado, fazendo com que ele ficasse em cima dela. Apertava suas coxas enquanto a beijava, tirou a sua calcinha e colocou o dedo em seu clitóris, fazendo a se contorcer de prazer. Quando viu que ela já estava no clímax decidiu que era hora de entrar, mal começou e Lucy já estava falando para ele ir mais devagar. Ele foi mais devagar, mas ela disse que não podia continuar com aquilo, e sentou-se.
-Desculpe, mas não consigo continuar com isso. Dói. -Ela olhou para Michael com cara de pena, e passou a mão em sua barriga.- Deve ser por causa dele.
-Podemos parar. - Ela concordou, enquanto ele passava a mão em sua barriga.- Parece que você acabou com nossa diversão.
Os dois riram, e logo Lucy falou:
-Não totalmente.
Michael não entendeu muito bem, mas logo Lucy deu um sorriso malicioso, o que fez com que ele entendesse. Ela se deitou na beira da cama, enquanto ele ficou de joelhos do chão. Abrindo suas pernas, começou a beijar sua intimidade, e para deixa-la louca começou a dar chupões. Lucy se contorcia na cama e gemia pedindo por mais. Depois ela se levantou e foi até a banheira. Quando estavam dentro Lucy sentou sem seu colo, pegando seus dedos e me masturbando. Ver aquilo estava o deixando louco e excitado, e logo ele estava a masturbando, e ela fez o mesmo com ele. Ficaram naquilo até chegarem ao orgasmo. Ele encostou sua cabeça em seu peito e deu um beijo em sua bochecha.Lucy brincava com seus cabelos, e quando se deu conta ele jazia dormindo, com a cabeça encostada em seu peito. E logo estavam os dois, com seus corpos molhados naquela banheira, dormindo.
Notas Finais
links da casa http://images02.olx.com.br/ui/13/65/23/1348795061_442016223_4-casa-de-campo-em-cond-fechado-de-frente-para-o-lago-Apartamento-Casa-a-venda.jpghttp://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSXcd27UERuWhId6x3x9H_WyGFoVGwTqdT_KbsrA57zAHIaH9Vqgw
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Na manhã seguinte Lucy acordou e percebeu que ainda estava molhada na banheira, mas Michael não. Enrolou-se em uma toalha e foi procura-lo, tudo o que encontrou foi um bilhete na cômoda escrito: ‘’fui dar uma caminhada, ia te chamar, mas você estava em um sono tão profundo que não quis te acordar, volto logo. PS: você fica linda quando está sonhando. Te amo.’’ Ela deu um sorriso bobo. Vestiu apenas uma lingerie preta e uma camisete jeans.
Já que estava sozinha decidiu que aquele era o momento certo para fazer aquilo que ela tanto sentia falta. Pegou um cigarro e começou a fuma-lo, ela não fazia aquilo perto de Michael porque ele não gostava de vê-la fumando. E também pegou em sua bolsa seu quite de maquiagem e tirou de lá um pó de arroz, ou o que parecia ser pó de arroz. Na verdade era cocaína. Michael não podia saber que ela ainda se drogava, ficaria decepcionado. Mas desde que ela ficara noiva não usava mais aquilo, e sentia falta. Enquanto já começava a sentir o efeito da droga ouvir o barulho da porta do quarto, se virou e viu Michael.
-Eu não acredito que você está fazendo isso.
-Michael, eu posso explicar, eu juro.
-Quero que se livre dessas coisas agora, até do cigarro. E se você não se livrar eu mesmo o farei. Agora me dê isso.- Ela apenas ficou parada, jogando seus cabelos para trás e fazendo sinal de negatividade com a cabeça.- Você não me deixa escolha.
Michael tirou aquele cigarro de sua mão, pegou a droga que estava em uma mesinha, a caixa de cigarros e o isqueiro e foi até lá fora. Colocou tudo em um saco e queimou. Lucy foi para cima dele e dava socos em seu peito, mas ele a segurou pelos pulsos.
-Só estou fazendo isso para cuidar de você.
-Você não entende não é?
-Você que não entende. Sou seu marido, jurei que iria cuidar de você e te proteger, e é isso que vou fazer. Não entende que essas coisas podem te matar? Já quase mataram uma vez. E o pior é saber que escondeu isso de mim.
-Eu juro que ia contar ta? Só não queria que você me achasse uma drogada. - Ela começou a chorar, e sentou no chão, com a cabeça entre os joelhos. Ele se sentou ao seu lado, beijando sua cabeça. Até que ela voltou a dizer em meio a soluços e lágrimas. - Eu já tentei parar, mas não consigo. E não quero voltar para a reabilitação. Aquilo era um pesadelo. Isso é uma luta diária, as vezes eu consigo ficar sem, mas as vezes não dá. Já usei coisas muito piores com isso. Paul me ajudou a deixar de ser alcoólatra, mas isso eu não consigo largar.
-Você não vai voltar para aquele lugar. Eu vou te ajudar, eu cuido de você. Mas tem que tentar se esforçar, não faça isso por mim, faça por você mesma. E para o nosso filho. - Ele pegou em seu queixo, enxugando suas lágrimas. - Você vai conseguir, é uma mulher forte.
Desde esse ocorrido Michael a ajudou a largar esse vício. Quando foram embora daquela casa de campo e voltaram para a rotina normal, ele fazia de tudo para ela largar. Às vezes ela tinha crises de raiva, mas depois de Michael falar com calma ela percebia que era o melhor que podia fazer, tanto para ela e para Michael quanto para o bebe, que estava prestes a nascer.
Capítulo 25 - A bit of confusion
-Isso só pode ser uma piada - Michael estava indignado, andava de um lado para outro com as mãos sobre a cabeça. - Como você pode fazer uma coisa dessas comigo? Esqueceu-se de que vamos nos casar em 3 semanas?
-Não desconte tudo nela -se intrometeu Paul- afinal de contas, quando tudo isso aconteceu você ainda estava com a Lisa.
Ouvir aquilo o deixou muito irritado, ao ponto de ter dado um soco no olho esquerdo de Paul.
-Meu Deus, Paulie você está bem? Quer que eu pegue um pouco de gelo?
-Eu estou bem. Vá atrás do senhor nervosinho, eu peço para uma enfermeira um pouco de gelo.
Lucy assentiu com a cabeça e foi atrás de Michael, que estava no final do corredor, de pulsos cerrados.
-O que foi aquilo? Custava ter agido com maturidade? - ele apenas deu de ombros, fingindo não ter notado sua presença. - Às vezes você poderia agir com mais maturidade.
-E como você queria que eu agisse? O meu sonho de ser pai finalmente vai se realizar, e eu descubro que o filho não é meu. A mulher que eu amo, minha noiva, está grávida e o filho não é meu, é do meu amigo.
-Nossa. - disse Lucy depois de um silêncio- ouvindo isso de você parece uma coisa meio complicada, não?- disse com um sorriso amarelo, Michael apenas revirou os olhos. - Nós vamos resolver isso, vamos entrar lá e conversar de uma maneira decente.
-Você tinha razão, tinha razão ao dizer que sempre quando vamos ficar juntos, há sempre alguma coisa nos impedindo. E é sempre o mesmo motivo: por causa de você e desse seu jeito de ser, uma vadia. - Lucy engoliu aquelas palavras, apenas suspirou, Michael já notou o brilho em seus olhos, e a abraçou.- Me desculpe, eu não queria dizer isso. Eu estou irritado e descontei tudo em você, por favor, me perdoe.
-Sabe que eu poderia começar uma discussão agora, mas não é isso que eu quero, porque no fundo você tem razão. Mas esse não é o momento de ficar esfregando meus erros na minha cara. Michael nós vamos ter um filho, vamos nos casar. Não quero que as coisas entre nós fiquem em um clima tenso, não agora. - Michael deu um beijo em sua testa, a abraçando e pediu desculpas novamente. - E não é só pra mim que você tem que pedir desculpas. – Ela pegou em sua mão, o guiando até a sala onde estavam, e se depararam com uma enfermeira e Paul, com uma bolsa de gelo em seu olho.
-Me perdoe, não quis ser tão rude com você.
-Até que você é bem forte – dizia com um sorriso torto no rosto – então, acho que já resolveram tudo, não é?
-Não, precisamos decidir agora.
Os três conversaram, e chegaram a seguinte conclusão: Paul iria acompanhar Lucy em seu período de gestação (assim como Michael, é claro). E ele seria padrinho dessa criança, e também poderia escolher seu nome.
E junto com sua nova namorada, Isabela, Paul se mudou para Califórnia, e ficaria até a criança nascer. Enquanto isso, só aguardavam ansiosamente o casamento tão esperado.
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Capítulo 26 - Just say i do
Finalmente chegou o grande dia. Lucy estava ansiosa e ao mesmo tempo nervosa, seu coração batia forte a cada segundo. Com Paul ao seu lado, estavam na porta que dava para o quintal, onde estava acontecendo a cerimônia.
-Lu, os padrinhos de Michael vão entrar agora. - Cochichava sua amiga Denise, que estava a sua frente. Ela seria a florista. - Assim que eu estiver lá na frente será a vez de vocês dois, entendeu?
Ela assentiu com a cabeça e suspirou forte, ao ver que os padrinhos de Michael já estavam no altar.
–Não fique nervosa. Vai dar tudo certo. - Ela sorriu para a amiga, e viu que chegará sua vez de andar até o altar.
-Está muito nervosa?- perguntou Paul enquanto a olhava, sentindo suas mãos tremendo.
-Eu sempre sonhei com momentos assim, mas nunca pensei que realmente ia acontecer. Isso parece um sonho, e não quero acordar.
-Isso não é um sonho. - Ele segurava forte em suas mãos e a acariciava, tentando acalma-la.- Isso está acontecendo de verdade. Vocês vão se casar, ter um filho e vão viver felizes para sempre, como em um conto de fadas.- Ela sorriu, e ele colocou os dedos em seu queixo e deu um beijo em sua testa.- Vai dar tudo certo.
-Obrigada Paul, obrigada por tudo. Eu realmente não sei o que seria de mim sem todo o apoio que você me deu, durante esses tempos. –Ela foi interrompida ao ouvir o som de harpas, na melodia da música she’s leaving home.
-Deixe isso para depois, hora de entrarmos. - Ela apertava forte seu braço, e parecia tremer mais. - Vai dar tudo certo, imagine que tenha apenas você e Michael no mundo.
Ela sentia suas pernas tremerem, todos de pé olhando fixamente para ela a incomodava. E bem a sua frente estava se virando seu noivo, seu amada, seu Michael. Ao se deparar com seus olhos castanhos ela se esqueceu de tudo, deixou o nervosismo de lado, se esqueceu das pessoas que estavam a sua volta, se esqueceu até de quem estava a guiando ao altar. Para ela só havia ela e Michael no mundo. Ele sorriu para ela, pegou em sua mão, e ela leu em seus lábios ‘’você está linda’’.O padre começou a falar, mas ela mal conseguia ouvir, estava totalmente hipnotizada por Michael, pelo sorriso que ele dava para ela, pelos seus olhos. E pensava ‘’há cinco minutos estava em duvida se queria casar com ele, mas agora percebo que preciso dele, e que quero passar o resto da minha vida ao seu lado’’.Então chegou a hora dos votos, e Lucy começou:
-Eu não sei por onde começar. Eu me lembro quando nos conhecemos, era tão claro que você era o único para mim. E, com o passar dos anos, as coisas ficaram mais difíceis. Fomos confrontados com mais desafios. Pedi para você ficar. Fazia você lembrar o que tivemos no início. Você é tão carismático, magnético, elétrico e todos sabem disso. Eu acho encantador o jeito que você cuida das pessoas, quer sempre vê-las bem e faz de tudo para conseguir isso. E dessa forma eu entendi que o amava. E te amarei, até o fim dos tempos. - Ela secou uma lágrima que estava formando em seu rosto, acariciava seu rosto e sorriu. – Hoje acordei e não tinha certeza se era isso mesmo que queria para minha vida, mas agora, sei que nunca desejei tanto algo na minha vida como te desejo.
Então foi a vez de Michael:
-Assim como você, a primeira vez que coloquei meus olhos em você já estava apaixonado, e já desejava que isso durasse para sempre. Para ter uma vida melhor eu preciso que você esteja aqui, fazendo cada dia do ano, transformando a minha vida em um mar de alegria.Eu acredito que o amor que eu sinto por você nunca morrerá. Talvez seja porque estou maravilhado com o jeito que você me ama o tempo todo, talvez esteja com medo com o jeito que eu te amo.Talvez você seja a única mulher que poderia me ajudar, e eu sei que você fará isso, assim como eu o farei, sempre que você precisar. Você é a luz que me guia, dia ou noite eu sempre estarei lá. Eu prometo cuidar de você, te proteger de tudo e de todos. Sempre estarei cuidando de você: aqui, lá, em todo lugar.
Assim que terminaram essas palavras, foram entregues as alianças, eles repetiram os votos do padre, e depois de dizerem o tão esperado ‘’eu aceito’’, selaram essa cerimônia com um beijo.
A festa foi realizada ali mesmo no quintal, alguns artistas (que eram tanto amigos de Michael quanto de Lucy) cantaram; a família toda de Michael estava lá, os amigos da antiga banda de Lucy também compareceram. Michael pegou a mão de Lucy e se aproximou de seu ouvido, sussurrando ‘’vamos ficar um pouco a sós. ’’
Eles foram para um canto, todo iluminado com a luz do luar. Podiam ouvir a melodia da musica Angels, de Robbie Williams sendo tocava. Não falavam nada, apenas dançavam, ela com a cabeça sobre seu ombro, envolvida por seus braços.
-Prometa que sempre ira me proteger?
-Não importa o que aconteça. - Ele parou, e lhe deu um beijo em seus lábios macios, um beijo romântico. - Sempre te protegerei.
Notas Finais
links
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festa: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRfPBMjRghsobUuylrLvtxmuZUHCPHYb9c3Ls2ZGjU6M4zsfDyCxQ
Não ia dar para postar o link das músicas, mais se ficarem curiosos é só procurar no youtube.
roupa do MJ http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQbD9KeicloGYQIUamffXrZRAXB4mEaEjUHZ9E0-uuZAR1s8Oh6
roupa da Lucy http://24.media.tumblr.com/tumblr_me48jk08Oh1rcih9co1_250.jpg
jardim: http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRy0hymbyBZk4-25PpYx9lC-NF2hm2oKKKGb8DopECnHsReNPcBvA
festa: http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRfPBMjRghsobUuylrLvtxmuZUHCPHYb9c3Ls2ZGjU6M4zsfDyCxQ
Não ia dar para postar o link das músicas, mais se ficarem curiosos é só procurar no youtube.
roupa do MJ http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQbD9KeicloGYQIUamffXrZRAXB4mEaEjUHZ9E0-uuZAR1s8Oh6
roupa da Lucy http://24.media.tumblr.com/tumblr_me48jk08Oh1rcih9co1_250.jpg
Capítulo 23 - The lady in my life
Depois de passar um dia inteiro com Lucy, Michael a deixou em sua casa. Ela entrou em seu quarto, tirou suas roupas e entrou na banheira, e ficou lá relaxando durante horas. Depois que saiu, vestiu sua camisola e se jogou na cama, pegando num sono. Só acordou no dia seguinte com o telefone tocando, atendeu, e era Michael fazendo um convite para ela ir a Neverland. ''Venha bem arrumada, é uma ocasião especial''.
A noite estava chegando, Lucy foi para Neverland. Chegando lá foi recebida por uma carruagem “muito exagerado’’ pensou, mas ela sabia que Michael era assim, ''extravagante”. A carruagem parou, e lá estava Michael, bem arrumado como sempre. Ele pegou em sua mão ajudando a sair de lá.
-Lucy, você está linda.
-Ah, obrigada Mike.
-Não, é sério. Seu vestido, seu cabelo. Nunca a vi assim tão...fofa.
-Obrigada- agradeceu meio sem graça, sentindo suas bochechas corarem.-Então, pra que tudo isso? O que preparou dessa vez?
-Você vai ver. Mas agora vamos jantar.
Eles então foram para a sala de jantar, comeram, riram, conversavam. Depois foram para fora, andando nos jardins daquele lindo lugar.
-Acho que já esta na hora.
-Hora do que?- perguntava toda curiosa.
-Você vai ver.
Michael pegou em seu braço e saiu correndo, levando a até o lago. Ele a ajudou subir na canoa. Ela olhava fixamente para Michael, o deixando envergonhado e sorrindo olhando para baixo.
-Não vai me contar a surpresa.
-Lucy. - ele se aproximou, pegando em sua mão e olhando fixamente nos olhos da garota, tão verdes e tão hipnotizantes - Eu só quero ficar junto de você pra sempre. Você está tão linda essa noite.Seus olhos são tão belos.Seus lábios são tão doces.A maioria das pessoas não me entende, mas é porque elas não me conhecem por inteiro. Eu só quero te tocar e te abraçar. Eu preciso de você, Deus como eu preciso de você.Eu te amo muito.
Lucy se emocionou com Michael falando o trecho de i Just can’t stop loving you, e não pode deixar de lembrar daquele show em que cantaram essa música juntos.
-Michael, me desculpe, eu não sei o que dizer.
-Não diga nada. Apenas - Michael se estendeu em direção ao lago, pegando em cima de uma vitória-régia uma flor. Não era uma flor de verdade, era uma caixinha em formato de flor. Ele tirou de lá uma aliança, a mesma que havia colocado em seu dedo na premiação.- Eu sei que cometi um grande erro te deixando, mas me deixe corrigi-lo. Eu posso te mostrar que sou capaz de cuidar de você, de te fazer feliz, de nunca mais te magoar.
Michael mal terminou de falar e Lucy já se jogou em seus braços, o beijando. Michael colocou a aliança em seu dedo, enxugou as lágrimas de felicidade dela
-Lucy, você quer se casar comigo?
-Michael eu te amo. - Ela o beijou novamente, e o abraçou.- É com você que eu quero passar o resto da minha vida.
***
Já estava de noite, o céu estava iluminado com as estrelas, mas de repente apareceram umas luzes diferentes, não eram de estrelas. Lucy ergueu sua cabeça aos céus: eram luzes flutuantes, pequenos balões em chamas sobrevoavam suas cabeças.
-Isso fazia parte de sua surpresa?- Michael fez que sim com a cabeça.- Essa foi a melhor coisa que alguém já fez pra mim. Michael, você está sempre fazendo o melhor pra mim.
-Faço de tudo para ver um sorriso no rosto da minha pequena.
Notas Finais
Links do vestido: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnAwlj9T4MEuANYGy2kWfN4Ve6XctdJP8xTU66wnB9tNXkdcFHCajW6FDqXtcINGyxB7Vn2crOOok6JKtLzJ6yYibe_dmEBCoRaHBlrMwszMwo5WAtdxvtVwc0TvUcYuTYOK3ADctDI8zp/s1600/tumblr_m616dv96eJ1rwapdyo1_500.jpg
penteado de lucy:http://data.whicdn.com/images/21846826/tumblr_ly8d0kyu3U1qm6gfno1_500_large.jpg
neverland: sala de jantar https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwkeZpl7AKkPAHXmN1MdYcGGdBIttKZ1__vnDze3aQxKclvhP28nE1qX0ewon1IHlo7RPL_4s8PfWkTnGQTf9SGLOFZ8koeHoHKd5Xn2c-LW3ZkJ_X9GNW-_71cRahR4Y6bmCeeslp208/s1600/MICHAEL+JACKSON+%25285%2529.jpg
lago: https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgd5l33X4eIMEJ_0vV0CXskAxnh5h9vHpqQQPgCCF8X3HvvhaubDoibHvaqI5Xfo0iiyZoMNd21R59ITWI736eq2rYzEddbQA01Zos1ajyJugj01jYXy-FsVkwtL-6aSsjDr2S-1PBLEOI/s400/Fotos+Neverland+4.jpg
luzes http://t1.gstati
penteado de lucy:http://data.whicdn.com/images/21846826/tumblr_ly8d0kyu3U1qm6gfno1_500_large.jpg
neverland: sala de jantar https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwkeZpl7AKkPAHXmN1MdYcGGdBIttKZ1__vnDze3aQxKclvhP28nE1qX0ewon1IHlo7RPL_4s8PfWkTnGQTf9SGLOFZ8koeHoHKd5Xn2c-LW3ZkJ_X9GNW-_71cRahR4Y6bmCeeslp208/s1600/MICHAEL+JACKSON+%25285%2529.jpg
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Capítulo 24 - The kid is not my son
-Casar? - do outro lado da ligação se notava a indignação de Paul quando soube que Lucy ia se casar.- Isso é...maravilhoso. Você não é do tipo de pessoa que eu imagino casando, mas estou feliz com a notícia.
-Obrigada. Então, nós vamos nos casar dentro de 3 semanas, e queremos que você venha para cá. Porque, bem, eu andei pensando, e quero que na cerimônia você entre comigo.
Ele se sentiu lisonjiado com o convite, e aceitou. Uma semana antes do casamento ele foi para a Califórnia, e ficou hospedado em Neverland. O casal contava as ideias para Paul sobre o casamento super empolgados, que ajudava, dando opiniões. ''Quando eu me casar com Isabela quer vocês me ajudando'', brincava.
Um dia, Michael pediu para Paul ir ver alianças com Lucy. Eles escolhiam, até que Lucy começou a sentir tontura.
-Está tudo bem? Parece péssima.
-Sim, só estou.- Mal terminou a frase e já estava caindo de joelhos no chão, vomitando.
-Meu Deus, vou te levar para um médico.
***
Enquanto isso, Michael estava na mansão de Lucy, junto com uma organizadora, já que a cerimônia seria realizada nos jardins daquele lugar. O telefone tocou e Michael foi atender. ''Alô? Agora? E ela está bem? Tudo bem, estou chegando.''
-Desculpe, mas Lucy esta mal e preciso vê-la. Vamos marcar amanhã no mesmo horário.
Michael pegou seu carro e dirigiu até a clinica o mais rápido possível. Entrou em uma sala onde se encontrava Paul e Lucy em uma expressão de preocupação no rosto.
- Graças a Deus você esta bem. O que houve?
-Bem, sente-se. - Sugeriu o médico- Sua noiva esta bem, mas tenho uma notícia para dar. Bem, Lucy está grávida.
-O que? - Michael se levantou da cadeira abraçou Lucy, não acreditou no que ouviu. Ser pai era o que ele mais queria.- Grávida. Eu serei pai.
-Sim, a criança que vocês esperam já está com dois meses.
-Eu não acredito!- o rosto dele estava quase explodindo de tanta felicidade, até que ele parou para absorver a notícia.- Você disse dois meses? Certeza? Não pode ser, há dois meses atrás eu e Lucy nem estávamos juntos.
O médico observou a expressão de todos naquela sala, e pressentiu que tinha que sair e deixa-los sozinhos.
-Michael- começou Lucy, levantando-se da cadeira- primeiramente quero esclarecer uma coisa: você sabe que pai não é aquele que coloca no mundo, e sim quem cuida, não é?
-Por favor, vá direto ao ponto: quem é o pai biológico dessa criança?
-Sou eu.- Paul levantou-se, finalmente falando alguma coisa.- Eu sou o pai biológico dessa criança.
Capítulo 21 - She wants to give it
Era uma bela manhã de sábado, esse dia Michael estava livre de tudo que envolvida mídia. Ele caminhava nos jardins de Neverland, até que o porteiro disse que tinha uma pessoa querendo vê-lo.
-Diga que não estou para visitas hoje.
-É uma mulher querendo te ver, disse que é urgente.
Michael achou estranho, não estava esperando por ninguém aquele dia, e fez que sim com a cabeça. Ele observava o céu e ouviu uma voz o chamando, uma voz que fazia seu coração acelerar, uma voz que acalmava. Quando se virou viu ali parada, linda como sempre: Lucy Ray. Eles foram caminhando um em direção ao outro, até que ela se jogou em seus braços, e ele a abraçou, e ficaram daquele jeito por um longo tempo.
-Por que voltou? O que a fez mudar de ideia?
-Decidi parar de ser orgulhosa, e ouvi meu coração. Era por você que ele estava chamando.
Eles se beijaram, um beijo calmo e romântico.
- Não quero ser chata, mas estou cansada. Acabei de chegar de viagem.
-Sim, claro.Vamos entrar.-Eles ficaram na sala de visitas, Michael não podia acreditar que ela tinha voltado. -Eu queria tanto esquecer tudo o que aconteceu entre nós Lucy.
-Dizem que tudo acontece por uma razão não?
-E qual a razão pra tudo isso? Por todo o sofrimento que eu passei esses meses longe de você?
-A única coisa que eu tenho certeza é que isso serviu pra me provar quem eu realmente amo. Michael me entenda por favor,se eu não tivesse passado esses meses com o Paul eu nunca iria perceber que é você quem eu amo de verdade.
-Você diz isso agora, mas eu aposto que eu nem passei pela sua cabeça quando estava nos braços dele.
-Não diga isso, você não sabe sobre todas as noites que eu passei chorando, olhando pras estrelas e pensando em você. E além do mais, durante todos esses meses nunca aconteceu nada entre mim e o Paul.
-É verdade?
-Sim. Agora não sei se você pode dizer o mesmo enquanto estava com a Lisa não é?
-Ela nunca me amou Lucy, nunca senti por ela nem a metade do que eu sinto de você, e eu me arrependo de ter passado esse tempo ao lado dela,se eu pudesse voltar atrás isso nunca aconteceria. Não esperaria tanto tempo pra dizer que eu te amo como nunca amei ninguém antes.
-Eu te amo muito... Percebeu que sempre há algo ou alguém que nos impede de ficar juntos?
-Mas não dessa vez.
Michael deu um beijo delicado na testa de Lucy e foi descendo até chegar a sua boca, então eles começaram a se beijar com mais desejo do que já tiveram, como se não se vissem em anos. Lucy passava suas mãos pela suas costas dando leves arranhões puxando sua camisa, ela pausou o beijo por uns segundos, olhando os botões da camisa ela abriu cada um deles, os dois se olharam, aproximando suas bocas cada vez mais, sentindo a respiração quente de cada um, Lucy tirou sua camisete a jogando no chão, Michael dava vários beijinhos pelo pescoço de Lucy e descia até chegar no decote de sua blusa,ele passava a mão pelos seus seios e a beijava com mais força, então ela tirou seu sutiã por baixo da blusa,deixando tudo mais erótico, Michael segurou seus seios acariciando cada um deles, ela colocou a mão dele em sua cintura e o guiou com as duas mãos para tirar a blusa passando suas mãos por toda sua barriga e seios.
-Calma, por que ir com tanta pressa? A pressa é inimiga da perfeição sabia? E eu estou adorando aproveitar cada segundo com você.
-Eu não posso mais esperar por isso, Michael.
Ela se levantou e na frente dele, tirou sua calça jeans preta, ficando apenas de calcinha e com sua blusa regata branca. Michael disse um trecho de Give In To Me:“O amor é um sentimento, supra meu desejo, dê-me-o quando eu quiser, se entregue a mim” Lucy sobe na cama,Michael se deitou e ela fica de 4 em cima dele, eles começaram a se beijar, Michael puxou a blusa de Lucy com tanta força que acabou a rasgando, então ele jogou a blusa no chão e ela começou a tirar toda a roupa dele. Lucy distribuiu beijos pelo peitoral dele, ela chegou até sua boca e se deitou em cima dele, eles se beijaram por um longo tempo, Michael deu chupadas no pescoço dela. Ele se levantou e ela tirou sua cueca,ela se ajoelhou no chão e o masturbou fazendo sexo oral. Ouvir os gemidos dele só a deixava mais excitada e ela fazia aquilo com mais rapidez. Michael se levantou e a pegou no colo, a deitando na cama,descia seus beijos até começar a beijar sua intimidade e a retribuir pelo mesmo que ela tinha feito nele, ele a beijava, lambia. Enquanto acariciava suas coxas, depois ele a penetrou com dois dedos fazendo movimentos rápidos, Lucy mordeu seu lábio entre gemidas.
-Enfie de uma vez, eu não preciso disso- dizia em meio os gemidos.
Então ele pegou uma camisinha da cabeceira ao lado da cama e colocou, ele a penetrou com uma força que ela jamais tinha sentido antes ao sentir tudo aquilo dentro de si ela gritou,um grito de prazer. Então Michael começou a ir mais devagar com medo de a machucar, ela mordeu seu lóbulo da orelha e murmurou no ouvido dele como um pedido de mais. Ele começou a dar investidas mais fortes e cada vez mais rápidas, fazendo Lucy mal conseguir respirar entre uma gemida e outra. Eles chegaram ao orgasmo e Michael caiu do lado de Lucy, eles suspiraram e ela olhou naqueles lindos olhos castanhos e eles sorriram, Michael a beijou novamente e ela se deitou no peito dele ouvindo as batidas do seu coração, e passando sua mão por todo corpo suado dele.
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Capítulo 22 - When two hearts belong so well
-Lucy acorda. - ela acordou sendo sacudida, abriu os olhos e viu que ainda estava escuro. Michael estava pulando em cima dela, sacudindo-a. – Vamos, levante.
-Michael ainda está escuro, me deixe dormir mais um pouco.- Falar aquilo não adiantou nada, Michael continuou sacudindo a, até que ela se irritou e resolveu levantar.
-Se troque o mais rápido possível, te espero lá embaixo.
Ela vestiu sua calça e colocou apenas sua camisete (já Michael havia rasgado sua camisa). Depois se dirigiu até lá embaixo, onde Michael a esperava.
-Me acordou a essa hora pra sairmos de carro?
-Pare de resmungar e entre logo, se quiser pode dormir no caminho.
Ela mostrou a língua pra ele e entrou no carro. Era tarde da madrugada, mas o céu estava iluminado devido às lindas estrelas que o cobriam. Ela fechou os olhos, sentido a brisa em seu rosto e seus cabelos balançando ao vento, e de repente abriu os olhos ao ouvir Michael a chamando.
-Chegamos. Vamos descer.
O lugar onde estavam era lindo: uma praia deserta de águas transparentes, e em um canto da praia havia várias pedras, um rio e em um canto bem isolado podia notar uma queda d’água, quase como uma cachoeira.
- Não é um lugar lindo?
-É lindo. Não sabia que havia lugares belos assim aqui na Califórnia. Por que me trouxe aqui?
-Pelo menos um dia eu queria ficar longe da pressão de ser Michael Jackson, dos fãs. Só quero ficar com você.
Ele a beijou e a pegou no colo, colocando a encostada no capô do carro. Ela então encaixou suas pernas sobre sua cintura, e se beijavam. Michael ia tirando sua camisete, até que ela fez um sinal para que ele parasse.
-Quer mesmo que eu pare?
-Não, mas não podemos fazer isso aqui fora.
Ele a pegou no colo e levou para dentro do carro. Sentando no banco da frente, Michael a colocou em seu colo. Ia beijando seu pescoço suavemente, enquanto passava a mão por suas costas, até chegar no feixe de seu sutiã para tira-lo.Seus beijos iam descendo, até chegar em seus seios, e beijava e dava leves mordidas em seus mamilos, fazendo a gemer. Ela ia abrindo o botão de sua calça, e fez o mesmo com a calça de Michael. Ela notou que o membro de dele já estava ereto, pegou o em sua mão e o sentiu pulsando. Ele ia enfiando seu membro em sua intimidade, fazendo movimentos de vai e vem. Ela gemia bem alto, sem se importar em ser ouvida (já que estavam numa praia deserta). Ficaram assim até Michael chegar em seu orgasmo, e em seguida Lucy chegou em seu também. Ela se sentou no banco do lado, e deu um beijo em seu rosto.
-Se vista, vamos ficar lá fora.
Eles ficaram lá fora, brincando na beira da água, Michael a pegava no colo e a rodava, corriam de um lado para outro, pareciam duas crianças. Quando o céu começou a ficar mais claro eles andaram na beira da água, de mãos dadas. Então voltaram para o carro e ficaram sentados no capô, vendo o pôr do sol. Não falavam nada, ficaram apenas admirando o sol refletindo naquelas águas claras.
-Você sabe que dia é hoje Lu?
-3 de outubro, por quê?
-Lembre-se dessa data. Porque sempre nessa data, 3 de outubro, vamos para essa praia ver o pôr do sol, para lembrar que nosso amor viverá para sempre.
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